sábado, 15 de fevereiro de 2014

MISSA DE 7º DIA DE JOBÃO


Hoje, a postagem do blog irá fugir um pouco dos padrões, trazendo com muita tristeza as condolências de um grande escritor, historiador e acima de tudo um profissional do esporte de Campina Grande.
Um escritor, que mesmo em poucas palavras, sabia expressar exatamente aquilo que queria que fosse passado ao seu grande publico, tornando o blog um espaço de recordações e lembranças de todos aqueles que fizeram parte de um mundo que vivia esporte em nossa cidade. É com muita tristeza e com muito pesar que damos esta notícia, se vai um grande escritor e acima de tudo um grande amigo, que sabia expressar em cada palavra seus sentimentos por qual fosse a sua história a ser contada.
Não viemos aqui com o intuito de trazer tristezas e sim com o intuito de mostrar, como ele mesmo fazia, que mesmo longe fisicamente, você ainda permanece em nós.
Jobédis Magno de Brito Neves, Jobão, um jogador profissional, escritor, autor, historiador, pai, marido, irmão, sogro, avô, amigo, dentre tantas, algumas qualidades que o define bem. Um engenheiro Químico da UFCG, que levava seu trabalho com muito amor. Um homem honesto, que sabia como cativar cada um que estivesse ao seu redor, um homem integro cuja palavras sempre de incentivo e de conforto nos tornava um ser humano melhor, um homem de bom coração que nunca se mostrava com raiva ou chateado e sim brincalhão em todas as oportunidades, e acima de tudo, um jogador que começou sua carreira e levou-a sempre consigo, trazendo cada história e palavra em suas homenagens.

A Família de Jóbedis Magno, convida á todos pra a Missa de 7º dia de falecimento


Local: Capela do João Moura


Bairro: São José


Dia: 18 de fevereiro de 2014 (terça-feira)


Hora: 17:30h

“POETAS SÃO ETERNOS DEVIDO ÁS OBRAS QUE REALIZAM... POR ISSO QUE EU ESCREVO. MESMO QUE NINGUÉM VENHA A LER. AO MENOS, NINGUÉM VAI PENSAR COMO EU OU ESCREVER O QUE ESCREVI.”


11 comentários:

Anônimo disse...

Que Deus Ilumine esta familia diante de tão grande perda. Conheço esta familia desde pequeno, e com 65 anos nunca ví nenhuma falha, e nunca ouvi falar mal destes irmãos. REALMENTE FOI UM GRANDE HOMEM. Zezito

Marcilio Soares Souto disse...

Profundamente abalado e triste com o falecimento de Jobedis, demonstro minha solidariedade ao sentimento da família, que é um momento difícil de dor e sofrimento. Acreditamos que DEUS há de confortá-los todos por esta perda tão significativa.

Marcos Antônio de Melo disse...

acompanho as estorias e resenha estortiva de jobedis, com serteza vai deixar saudades, admirava muito seu trabalho, meis o bom é que ele deixou, uma estoria esportiva que nunca vai morre.

Unknown disse...

Outro dia encontrei o seu cartão de apresentação na carteira do meu marido, e perguntei lhe ele disse que o tinha encontrado num jogo e que ia fazer uma matéria com ele para colocar em sua página de esportes. Infelizmente não aconteceu o meu marido é Neto maradona, ficou muito triste quando soube, Neto esta trabalhando em Alagoinhas Bahia.

Edvaldo Laurentino disse...

O texto acima descrito é o retrato fiel do amigo JOBÃO. Coração enorme, sorriso largo, amigo de longa data e fiel as suas raízes. O Museu Virtual do Esporte também é seu filho e vai sentir muito com a falta do grande idealizador. Jobão, tenho plena certeza de que foste recebido pela corte celestial e terás muito serviço a prestar a humanidade.

Anônimo disse...

Ainda triste com o falecimento de Jobão, abro o blog do Museu e sinto a falta dos comentários abalizados e as fotos postadas. Mas é assim mesmo, vamos em frente.
Wdlson de Campos

Joao Mario Costa disse...

Ainda muito chocado, mas não poderia deixar de dizer que fiquei bastante feliz quando Jobedis me falou da criação do Museu e prontamente ofereci meus préstimos como colaborador e prontamente ele aceitou !
E na convivência quase que diária conheci melhor o grande atleta e amigo.
Jobedis herdou o que é mais importante para uma familia : Honestidade acima de tudo e responsabilidade em tudo que fazia .
Não poderia ser de outra maneira pois toda a sua familia é pautada pela trilogia que faz um verdadeiro homem : Caráter - Honestidade - Humildade.
Estarei á disposição da familia para continuar como colaborador se assim for o desejo da mesma.

Descanse em paz amigo !

Anônimo disse...

Prezados,

Na sexta-feira passada (14/02/2014) eu estava numa festa de confraternização aqui em Recife, comemorando o encerramento da residência médica de meu genro, quando fui apresentado a Túlio, filho do nosso amigo Nêgo Gilson, e ao conversarmos ele me disse que na terça-feira havia falecido um colega nosso que mantinha um blog sobre o esporte de Campina Grande. Ainda surpreso e sem querer acreditar no que havia ouvido, acessei o Museu Virtual pela Internet do celular, mostrei a foto constante do perfil de Jóbedis e ele, infelizmente, confirmou. Apesar do ambiente festivo, ficou-me um “travo rançoso”, misto de tristeza e saudade.
Amigo do Mestre Jóbedis, desde quando o conheci e começamos a estudar na turma “B”, da 4ª série ginasial, turno da tarde, do Colégio Estadual da Prata, em 1969 (há 45 anos), companheiros de peladas e viagens (a exemplo de 2 viagens a Paulo Afonso e Catolé do Rocha), ao longo do tempo fomos nos afastando fisicamente. Afastamento este ocorrido pelas circunstâncias da vida, ele foi para a área de Engenharia Química e eu, na área de Engenharia Elétrica, quando me formei vim para Recife. Nos encontrávamos periodicamente nos forrós do Campestre na época junina e lá estava ele com sua Vanusa, “arrastando o pé” e desfilando a sua energia e alegria tradicionais.
Desde 2012 ao tomar conhecimento do Museu Virtual, passei a acompanhá-lo “virtualmente” .

Mais recentemente (04/02/2014), postei um comentário que transcrevo abaixo para reafirmar a minha admiração e reconhecimento pelo magnífico trabalho que o Mestre Jóbedis vinha desenvolvendo:
“Esse árduo e profícuo trabalho de Jóbedis, tem nos proporcionado “reencontros emocionais” com um passado nem tão recente porém bastante feliz. Passam na memória alguns “filmes”, a exemplo da viagem (acho que foi em 1976) que fizemos para jogar (vôlei, futebol de salão e futebol de campo) em Catolé do Rocha, onde lembro de passagens como do nosso amigo Chicó imitando um padre no restaurante e dizendo “Irmãos, agora vou ler uma parte da Bíblia, constante em Coríntians 4 Palmeiras 3!”, bem como de quando no jogo de futebol de campo no domingo, um dos nossos atacantes acertou o travessão e nós que estávamos assistindo à partida ouvimos alguém gritar “Se ganharem o jogo não saem vivos daqui!”, ao nos virarmos para identificar quem tinha dito vimos que se tratava de uma mulher de baixa estatura (por volta de 1,5 metros) mas braba que “só um siri dentro de uma lata”. Que eu me lembro esse jogo saiu empate.
Bons tempos!
Só para manter informações atualizadas, também nos aposentamos e vivemos em Recife (eu, Gioto, Luciano Lamarque, Gulherme Vilar, dentre outros).”
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Cumprimentando e me solidarizando com Vanusa e demais familiares, valho-me de um trecho das palavras do Mestre Jóbedis, na sua última postagem no Museu, no dia 06/02/2014 (Velhos companheiros, muita saudade...), e agora incluindo-o merecidamente no rol daqueles homenageados (Ademir, Jorge e Humberto de Campos):

“A todos aqueles que conviveram harmoniosamente com os saudosos atletas citados, amigos, colegas e familiares, essa minha pequena homenagem. Que DEUS os tenha em seus domínios.”

Um grande abraço a todos,
Nereu Pereira dos Santos Neto
(nereupsn@hotmail.com)

Anônimo disse...

Na manhã da quarta-feira, 12 de fevereiro, estava aplicando uma prova no curso de graduação em Engenharia Elétrica, na UFCG, quando o meu telefone móvel tocou: era o colega Walman, professor do Departamento de Engenharia Mecânica da UFCG, dando conta do falecimento de Jóbedis. Levei alguns segundos para acreditar no que acabara de ouvir. Depois, ainda sob o impacto da notícia, procurei saber onde seria e velório. Ele disse que seria no Campo da Paz e para lá fui prestar homenagem a Jóbedis Magno, colega de turma do Primeiro Científico F do Colégio Estadual da Prata, em 1970. Jobão faz parte da história do Estadual da Prata, como aluno e como atleta, e da história do esporte em Campina Grande, como cidadão, amigo dos amigos e cidadão voltado para a família. Ele, que foi protagonista de uma época inesquecível, hoje faz parte da galeria dos que tiveram a memória preservada no Museu Virtual do Esporte de Campina Grande, criado por ele, e sua lembrança permanecerá em quem tive a oportunidade de privar da sua convivência.
Fraternalmente,
Benedito Antonio Luciano (Bené)

Geraldo disse...

Meu amigo... Como foi triste te ver partir tão cedo... Seu eterno fã!

Lula disse...

Jobão... Só pude ver agora que Geraldo me disse... Quase cai duro! Saudades... quero te encontrar no paraiso!!!

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