sexta-feira, 28 de junho de 2013

QUEM ERA CRAQUE - HELIO SODRÉ

POR: JOBEDIS MAGNO DE BRITO NEVES


Escrever sobre a arte dos grandes atletas que brilharam no nosso futebol. Era o  dever de algum museu histórico da nossa cidade e de quem conhece um pouquinho das suas histórias.  Faço isso por amor a esses grandes atletas, que são esquecidos pelas próprias torcidas, que um dia aclamaram seus nomes nos estádios, mas o tempo e o sem suas  presenças nos campos da cidade, aos poucos são esquecidos. 

E é por isso fiéis leitores deste Museu Virtual do Esporte de Campina Grande, que me dão o prazer imenso de ler essas minhas humildes matérias, que não deixarei que esses artistas, que já fizeram tantos torcedores rirem, chorarem, se emocionarem, gritarem, aplaudirem, xingarem, tudo em nome do futebol, onde o principal ator era ele o jogador.

O Nosso homenageado de hoje surgiu no cenário esportivo campinense como um pequeno/grande jogador. Apesar de ter logo aparecido nos times de bairro conforme foto abaixo.

Faço com uma paixão incalculável, a precisão da significativa missão deles aqui na terra para todos nós Helio Sodré, como era e ainda é  chamado carinhosamente teve o seu sonho realizado, foi jogador de futebol e defendeu o clube mais tradicional  da nossa cidade o Treze Futebol Clube.Sua posição era  de lateral esquerdo, preciso nas antecipações e dono de uma garra impressionante. 

Helio Sodré era baixinho e destacou-se não pela força física, mas pelo jogo simples e objetivo e pela facilidade com que subia ao ataque, algo incomum entre os laterais de sua geração.

Helio Sodré não teria sido logo reconhecido se não tivesse ido para a base do Treze Futebol Clube. O treinador do Galo o “Uray” quando viu a intimidade do atleta com a bola, não teve dúvida, esse é o garoto que eu quero para a lateral do Treze equipe que era o treinador conforme fotos abaixo:


Helio Sodré era baixinho e destacou-se não pela força física, mas pelo jogo simples e objetivo e pela facilidade com que subia ao ataque, algo incomum entre os laterais de sua geração. Foi seleção campinense junto a alguns profissionais de Treze e Campinense em um jogo contra a Portuguesa carioca conforme foto abaixo.


Pode-se considerar o seu maior desempenho em Campina Grande no seu tempo de atleta foi quando formou na zaga do Treze de profissionais, com excelentes atletas, Tomires, Fraga, Braga,Germano e o grande Waldemar  conforme foto abaixo.

 Helio é por nós considerado um vencedor, tanto dentro dos campos de futebol quando atuava como atleta, como na vida cotidiana. Tem recebido algumas provações da vida e sobrevivido com muita é vontade de viver, numa delas perdeu seu querido irmão e grande medico de nossa cidade Luciano Sodré em um acidente de carro, mas, forte na fé na perseverança ele vai passando por esses obstáculos da vida.


Portanto, é notável que todas as pessoas de bem passem por provações diversas para continuar acreditando, que nasceu para dar certo, e com certeza esse grande homem, que deu também muitas alegrias aos seus admiradores e torcedores de seus clubes, que ele pode defender com garra, técnica e seriedade, o coloca hoje sempre seu nome em evidência como um dos nomes que marcaram dentro do nosso futebol.


Outras fotos de Helio Como atleta e desportista




TREZINHO 1964


                                                   Helio e seu amigo Tonheca

quarta-feira, 26 de junho de 2013

RESGATANDO A HISTÓRIA: FOTOS DA ERA DE OURO DO ESPORTE EM CAMPINA GRANDE

POR: JOBEDIS MAGNO DE BRITO NEVES


Amigos  leitores aproveitando a semana do final do mês junho e do maior São João do Mundo em Campina Grande para fazermos uma abordagem do trabalho que nos propusemos a realizar que busca um resgate a memória do esporte da nossa “Rainha da Borborema”.

Gostaria de afirmar a tantos quantos nos honram com a leitura deste Museu, a emoção e o prazer que estamos sentindo na realização deste trabalho de pesquisa.

Reafirmo o que tenho dito a muitos amigos a quem em muitas das vezes tenho recorrido na busca de informação para a continuidade do trabalho, a missão é honrosa, emocionante, mas, as dificuldades também são fantásticas na busca de coleta de dados, fotos e de materiais, entretanto nada que nos impedirá de trabalhar sempre na perspectiva da busca de uma excelência.

A cada postagem e nas pesquisas que fazemos na busca de novos dados e subsídios que possam enriquecer o trabalho, descobrimos histórias que nos fascina, a cada encontro com aquelas pessoas que são figurantes históricos desta memória viva, a emoção toma conta de mim pelas suas comoventes passagens, a cada foto resgatada revivemos a riqueza que nos envolve e com certeza a nossa própria história na participação efetiva busca.

O nosso principal objetivo é traçar e resgatar a história do esporte em Campina Grande, mostrar os clubes de ontem, levantar os campos de futebol, as grandes conquistas, dirigentes que alavancaram o desenvolvimento deste esporte, os treinadores, os grandes craques, os árbitros e muitas curiosidades. Finalizo fazendo um apelo a quem possa nos ajudar enriquecendo a pesquisa, seja com fatos ou fotos, que nos procure, pois, a sua colaboração será de extrema importância para este trabalho.

Não se pode dizer que estamos centralizando nosso interesse somente no passado, pois quem acompanha este blog deve ter percebido que a nossa preocupação é sempre homenagear e falar sobre algumas coisas boas do presente e principalmente com o futuro do esporte em nossa cidade. Todavia, há ocasiões em que não podemos deixar de contar aos leitores mais jovens ou aos colegas das gerações de jornalistas da atualidade fatos que não poderiam deixar de ser registrados, muitos deles pesarosos, como o falecimento de excelentes atletas ou dirigentes, dos quais muitos nunca tinham ouvido falar.

Estas considerações são um preâmbulo para mostrar algumas Fotos históricas da era de ouro do esporte de Campina Grande feitas entre o início da década de 50 até o começo dos anos 80, numa época em que os craques de nossa cidade brilhavam nos gramados e campos da região. As fotos são verdadeiras relíquias e mostram atletas que colocaram seus nomes na história do esporte campinense.

ALGUMAS FOTOS DO ESPORTE DE NOSSA CIDADE DO PASSADO:













ABSALÃ O E ???






segunda-feira, 24 de junho de 2013

GRANDE DESPORTISTA DE CAMPINA GRANDE - CHAGAS

POR: JOBEDIS MAGNO DE BRITO NEVES

O caminho não foi convencional. Ele não jogou nenhum esporte na infância e nem sonhou ser a voz de comando de uma equipe quando crescesse. Na verdade, preferia olhar os jogos nos gramado ou nas quadras de futebol os atletas. Mas estudando e se dedicando ao esporte e uma oportunidade de trabalho apareceu. Francisco Chagas nosso homenageado de hoje virou preparador físico das divisões de base do AABB numa grande época do futebol de salão da cidade, como faz questão de frisar. Só não podia esperar que fosse ser chamado para ser técnico. O gosto pelo desafio o fez aceitar a nova função, mas impôs uma condição: ficaria no cargo até um treinador de ofício ser contratado. Não conseguiu mais largar.

Depois de formado a vida sua vida mudou de novo. Resolveu aceitar o convite do diretor do Colégio Estadual da Prata para ser preparador das às seleções de futebol de salão e assumir como treinador. Depois foi preparador físicos de outros colégios, do Treze Futebol Clube e também juiz de futebol de salão de nossa cidade. Para abrilhantar ainda mais seu curriculum foi por Diretor do Colégio Estadual da Prata com um grande administração.

Com já escrevi em alguns artigos anteriores, ser técnico, preparador físico ou juiz de futebol de salão ou de qualquer modalidade esportiva requer algumas qualidades pessoais que são indispensáveis para exercer a profissão: liderança, poder de convencimento, transparência, honestidade e capacidade. 

É um trabalho difícil. No mundo esportivo existem diferentes tipos de personalidades e características profissionais que não têm como ser imitadas. Todos trabalham para alcançar vitórias, mas quando não aparecem, deixam o técnico em situação muito difícil. Algumas destas atividades o nosso homenageado fez com grande maestria.

Independentemente de sua capacidade ou currículo, todos temos virtudes e defeitos, mas alguns quesitos são fundamentais para se tornar um bom profissional: autenticidade, transparência, firmeza, sinceridade, simplicidade e humildade. E isto no amigo tinha e de sobra.

Valeu grande Chagas que tive oportunidade de ser seu pupilo no time da AABB.

Algumas fotos do Chagas como desportista e preparador físico:





                               Chagas é o terceiro em pé

sábado, 22 de junho de 2013

DE VOLTA PARA A SAUDADE - ANOS 60 E 70

POR: JOBEDIS MAGNO DE BRITO NEVES

Escrevo regularmente neste  espaço algumas crónicas que descreviam os principais eventos que presenciei em décadas passadas em Campina Grande. É a minha vida, mas também é o retrato de uma época. 

Alguns amigos ajudaram-me com algumas fotos nessa tarefa e este espaço estará sempre aberto a novas partilhas. Muitas histórias e crónicas daquilo que eu queria ter contado ainda não terminaram  e continuará a ser contada para ser eternizadas no Museu para sempre.

A década de 60 e 70 ficou muito presente dentro de mim e não sai da minha lembrança. Com os meus 16  anos de idade, aluno do Colégio Estadual da Prata. No ano de 1970  já era atleta de varias modalidades no esporte e participava de tudo, que era organizado pelo meu  querido colégio.

Ali nós realizávamos os treinamentos para jogar os jogos colegiais da cidade, que eram muito concorridas pelos alunos, com treinamentos de atletismo e de handebol, futebol de campo e de salão, basquete, tanto masculino como feminino. O feminino sim era atração, porque além de tudo era um desfile de alunas maravilhosas, para não dizer mais. 

Nesta foto: Fernando Canguru, Alex Lelis, Jobedis, e Marconi  ostentamos as nossa medalhas.

O diretor, Dr: Assis Martins, parecia muito durão, mas era só aparência, pois ele sabia como controlar os alunos mais exaltados ou bagunceiros mesmo, turma da qual eu fazia parte.


No meu dia-a-dia além de esportes, gostava de música, ouvia sempre rádio e não perdia um assustados (nós invadíamos as casas alheias, sem nos preocuparmos com a cara feia dos seus donos)e festas nos clubes sociais   de nossa cidade desta  época. Gostava tambem de brincar o canaval junto aos amigos do bairro conforme fotos de um carnaval na AABB. Nesta foto vemos: Wallace (I.M), Jobedis, Naldo, Hermani e Lula (I.MM


Cada ano que passa vamos somando particularidades em nossas vidas. As vezes são coisas marcantes, outras vezes são apenas gestos, palavras, músicas, olhares, costumes, fotos, ... enfim,   o nosso dia-a-dia que parece não ter importância alguma. Como é bom fazer o correto no presente, pois sempre teremos algo para recordar no futuro. Quanto mais velho ficamos percebemos como todas estas coisas fazem parte de nossas vidas e se trouxer coisas boas, isto será saudade.

Foi nesta época que a nossa cidade, Campina Grande estava com um interventor Federal o Luiz Mota Filho e revolucionou a cidade com obras de  asfalto nas principais avenidas, especialmente no bairro do São José onde eu morava. O primeiro asfalto foi da Rua Lino Gomes até a Praça do Trabalho.

Nesta época o homem pisaria na lua, o Brasil seria campeão em 1970, o som das radiolas, tertúlias, serenatas, as primeiras paixões, as primeiras músicas e poesias. Imagine tudo isso acontecendo na nossa cidade.

Enfim, era uma forma diferente de entretenimento na vida simples de nossa galera. É verdade! Como não podemos congelar o tempo e nem reviver os bons tempos idos, pelo menos, temos o pensamento que nos transporta e as imagens como registro do que aconteceu de bom no nosso passado.

Os tempos passaram, me formei e eu optei por  morar em nossa cidade mas em outro bairro, no ano de 1980, onde estou até hoje. Aqui constitui família. Vou ao meu bairro do São José pelo menos a cada duass semanas visitar os familiares e amigos que deixei com muitas saudades e que me recebem com muita festa e muita cerveja também.

Tenho saudades de tudo que deixei, por isso acompanho diariamente, através da internet (facebook, MSN, Twitter etc) tudo o que acontece no nosso querido bairro, além de falar via redes sociais com os familiares e amigos, muitos deles morando em outros recantos do Brasil e do mundo, Ainda bato papos com os  que moram em nossa cidade  que se reúnem todo o final de semana ou no Calçadão  da Cardoso Vieira (na foto Sabara, Jobedis, Glauco e Jorio), em algum boteco da cidade, ou na casa de meu irmão Hérmani para tomar umas e outras com outros irmãos e familiares.


Acredito que tenha contado pelo menos um pedaço da minha história e algumas  recordações de alguns amigos.

Abraços a todos os conterrâneos.


terça-feira, 18 de junho de 2013

PARABÉNS EVERTON ESPORTE CLUBE! 47 ANOS!

POR:JOBEDIS MAGNO DE BRITO NEVES

Com história recheada de conquistas, Everton Esporte Clube completa 47 anos nesta terça feira 18/06/2013.


Que os prestigiadores do Museu do esporte de Campina Grande me perdoem este momento paroquial, mas o dia é especial, o Everton Esporte Clube de Campina Grande/PB completa hoje 47 anos de uma vida marcada por títulos, esquadrões inesquecíveis e craques que desfilaram talento e habilidade em vários estádios de futebol de nossa cidade e da região.

Essa equipe teve características marcantes e uma grandiosidade jamais alcançada por nenhuma outra equipe amadora de bairro, no município e quem sabe na região. Sua importância já lhe valeu uma pequena bibliografia que acredito que é único entre todos os times de nossa cidade.

Neste informativo feito por mim estão disponível quase tudo sobre o time, pois a  existência desta grande equipe não poderia ser ignorada, deixando claro que o time viveu de fatos e fotos e de escritas. Abaixos fotos das primeiras equipes: 


A constatação é de que a maioria das pessoas que não conviveu com o “Dream Team como era chamado, em seus tempos de glória. Os atuais moradores do bairro de nossa cidade não conseguiriam dimensionar o que ele representou. Para a atual geração, é quase como se o Everton não tivesse existido e nem tivesse tanta glória.

Mas este trabalho não se esgota aqui. A trajetória do Everton no esporte amador em Campina Grande é uma página da história sobre a qual ainda há muito por escrever. A falta de informação não podia permanecer por mais tempo, sob o risco de se perder o que ainda restava na memória das pessoas da comunidade da história do grande time de futebol. Ainda hoje, os membros do clube se reúnem todo o fim de ano para a festa de confraternização, com almoço e muita cerveja, e aí inclui - se os fundadores com seus filhos e netos, um grupo de ex-jogadores e amigos.

Uma coisa eu digo de coração. Estou muito feliz por prestar esta singela homenagem a este time e aos antigos atletas que fizeram história vestindo a gloriosa camisa verde rubro do grande time do bairro do São José de Campina Grande/PB

Jobedis Magno

Fundador e ex - jogador

Outras grande equipes e e jogadores do primeiro jogo:


Sabara. Jorio e Flavio Escorel


                   
                                         BI CAMPEÃO SUBURBANO DE 1973

                              CAMPEÃO DO TABELÃO DA LIBERDADE
Adicionar legenda
                        CAMPEÃO DO TORNEIO INICIO DA CAMPEONATO SUBURBANO 73


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sexta-feira, 14 de junho de 2013

A MORTE COVARDE DE UM AMIGO - ANSELMO MAGAZU

POR: JOBEDIS MAGNO DE BRITO NEVES

É com profundo pesar que o Museu do Esporte de Campina Grande noticia a morte de um grande desportista e amigo. 

É sempre chocante quando a gente recebe de supetão uma notícia ruim. De repente, alguém te liga e diz: "fulano morreu". Como receber essa notícia? Como reparar este choque? Enfrentar a morte de uma pessoa querida nunca é fácil. Dói demais. Infelizmente quando vemos a morte em função de doença ou algum processo mais duradouro, temos o desconfortável conforto de pensar “pelo menos ele descansou”. Mas quando a morte é assim, fria e repentina, dói mais.

Pois é amigos,  ás vezes a vida dá uns golpes que nos assustam e definitivamente nos pegam despreparados, tive  esta triste notícia que um dos meus grandes amigos Anselmo Guimarães Ferreira “Magazú” havia falecido. Ele foi covardemente assassinado, sendo vítima de um tiro durante um assalto em frente ao escritório e contabilidade de sua esposa que fica vizinho ao Banco do Brasil da Avenida Assis Chateaubriand no bairro da Liberdade.

De acordo com Informações preliminares, colhidas pela Polícia Militar e o vídeo da câmera de monitoramento  do escritório o crime foi  praticado por  dois homens. Os assassinos se aproximaram  da caminhonete em que ele estava, anunciado o assalto. Anselmo ainda entrou em luta corporal com um dos assaltantes, quando o outro criminoso efetuou um tiro que  atingiu as costas do meu amigo.

Inicialmente, a Polícia Militar tinha informado que o empresário foi morto no estacionamento de uma agência bancária. Porém, a família desmentiu a versão, informando que Anselmo Guimarães foi vítima de latrocínio (roubo seguido de morte), na saída do escritório de contabilidade pertencente a familia.

Segundo o Centro de Operações da Polícia Militar (Copom) de Campina Grande, após o assassinato, os bandidos fugiram levando um cordão de ouro do empresário e o celular do motorista dele. Anselmo Guimarães ainda chegou a ser socorrido, mas morreu antes de receber atendimento médico no Hospital de Trauma de Campina. Anselmo Guimarães era proprietário de um famoso restaurante da cidade de Puxinanã, no Agreste paraibano. Ele morava no Sítio Maracajá II, situado na zona rural da cidade.

Foi um ato covarde. Será que o prazer secundário é roubar e o primário é causar dor a família? Eu fico aqui pensando: a vida é assim mesmo, as pessoas se vão, é inevitável. Mas por que muita gente boa se vai tão cedo enquanto tem tanta gente ruim que dura bastante? Só para fazer ruindade por mais tempo?

A vigarice intelectual e moral no Brasil e o pseudo Direitos Humanos decidiram fazer um pacto com o crime ao estabelecer a inimputabilidade penal aos menores de 18 anos. É como declarar um “pratique-se o crime” para os bandidos abaixo dessa idade. O canalha que matou “Magazu” se for de menor idade  pode votar. Pode eleger presidente da República. E também pode apontar uma arma para a nossa cabeça na certeza de que nada vai lhe acontecer. Caso mate e seja preso, logo estará de volta às ruas.

Confundir o colega, aquele simples companheiro de boteco, com o amigo verdadeiro é um erro que não cometo. Nos momentos difíceis da nossa vida, eu soube distinguir o grande amigo que você foi, nunca o igualei com um conhecido qualquer de quem jamais precisei, e não faço questão de ser amigo.



Gostava do Anselmo, pelo seu espírito, pela camaradagem que se criou entre nós, além da afinidade que sempre existiu. Não precisamos gostar das mesmas coisas, nem torcer pelo mesmo time (apesar de sermos trezeanos e vascainos). Éramos amigos porque, mesmo sem nenhum laço de família, podíamos  dizer que éramos amigos/irmãos (conforme foto) 

Sei que sentirei saudades dos bons momentos juntos no esporte e nas nossas homéricas farras, momentos de alegrias, do companheirismo vivido... Às vezes pensamos que as amizades continuassem para sempre... Mas nem sempre acontece como queremos ou pensamos.

Além de sentirmos a saudade eterna e falta da pessoa que gostamos, ainda temos que lidar com a revolta de ver uma pessoa saudável e com um futuro extremamente promissor, ter a sua vida interrompida de forma tão bruta. Infelizmente o que nos resta é orar para que ele vá em paz e que Deus conforte sua família nesse momento tão difícil. Campina Grande esta de luto, parceiro Mago Azul vai deixar muitas saudades.

Algumas fotos e momentos esportivos do amigo falecido:

                                   Anselmo comigo no CURTiBOL


ANSELMO E SUA ESPOSA AURICÉLIA

Anselmo e sua irmã Berenice



            ANSELMO SENDO ENTREVISTADO NA MORADA DA PEDRA