sexta-feira, 29 de novembro de 2013

HOMENAGEM ESPECIAL AOS GRANDES LOCUTORES E CRONISTAS ESPORTIVOS DO PASSADO

POR: JOBEDIS MAGNO DE BRITO NEVES

Hoje estamos postando uma homenagem especial e um pouco longa. Isto se deve a nossa iniciativa de homenagear os grandes locutores e cronistas esportivos de nossa cidade do passado. O nosso propósito é única e exclusivamente prestar uma justa homenagem aos cronistas esportistas e radialistas que, de uma maneira ou de outra, contribuíram com o seu esforço e trabalho, para o engrandecimento do esporte de nossa cidade. Queremos aqui, fazer uma ligeira exposição do critério adotado para a escolha e, ao mesmo tempo, justificar os nomes citados.

O rádio campinense tem histórias incríveis de grandes profissionais que por aqui passaram, alguns ainda vivos, outros já nos deixaram.



NOMES DE CRONISTAS ESPORTIVOS QUE NUNCA SERÃO APAGADOS DA HISTÓRIA....

Pois é amigos antes da chegada da televisão aqui em Campina Grande, o rádio predominava nas transmissões esportivas. E mesmo após a chegada da TV (Borborema), muitos desportistas ainda preferiam assistir aos jogos televisionados ouvindo a voz de seus locutores preferidos do rádio. Eu, desde criança, ouvi muitos jogos de futebol pelo rádio. Alguns dos locutores e comentaristas esportivos daquela época já não estão mais entre nós. É apenas uma homenagem a estes cronistas da época que fizeram milhares de ouvintes felizes e sonharem através da magia inapagável do rádio.

Tivemos na rádio Borborema e Caturité grandes locutores e comentaristas esportivos. Na Radio Borborema tinha nos anos 60 uma dupla da pesada formada por Ariosto Sales, na narração, e Josusmar Viana, nos comentários. Eram honestos, competentes, mas não alisavam ninguém. Josusmar era imparcial em seus comentários.

Ariosto Sales - Os amigos da minha geração o conheceram e a geração de hoje só ouviu falar.  Mas marcou uma geração como um dos mais notáveis locutores esportivos das décadas de 60. Muitos ainda se lembram de Ariosto Sales, pela sua voz marcante, inteligência, eloquência, dinamismo e sua capacidade de trabalho. Descrevia com enorme maestria, lance por lance, os jogos de futebol da época. Comandava uma equipe imbatível. Fora das cabines de transmissão trabalhava para o complemento do seu salario (trabalhou na Cagepa e por muitos anos na Caranguejo). Infelizmente o Ariosto padece de uma enfermidade (doença de Alzheimer).

Não podemos deixar de citar os outros grandes locutores comentaristas, que eram o recheio do bolo, os que destacaram na década de 60 e 70, época de ouro do Futebol de Campina Grande, onde rádio tinha a importância que tem hoje a televisão, e naquela época, as vozes dos locutores e comentaristas soavam como uma explanação de um professor de futebol, entre os que ficaram em nossas lembranças pode citar os cronistas esportivos que mais marcaram: Joselito Lucena, Alberto de Queiroz, Francisco de Assis (Olé), Humberto de Campos, Edmilson Juvenal (depois Edmilson Antônio), Eudes Antônio (Da Verdade), Luismar Rezende,  Ari Ribeiro, Paulo Roberto, Germano Ramalho, Gilson souto Maior, Edvaldo Gouveia, Rostan Lucena, JCC entre outros cobras.

Minha primeira homenagem é para o grande comentarista, grande goleiro de futebol de campo e de salão, companheiro e amigo, uma das “feras” da Rádio campinense, em um tempo no qual você ouvia autênticos narradores e comentaristas esportivos e se sentia dentro do estádio.

O rádio esportivo de Campina Grande viveu anos de ouro, assim como o futebol de outrora. Narradores, repórteres, comentaristas e plantonistas comandavam a audiência com microfone criando ídolos e seguidores. Alguns destes personagens você encontrara a partir desta homenagem. Comentarista com humor contagiante, com as suas tiradas inteligentíssimas, coube a ele segurar a bandeira das celebridades da radiofonia campinense, era é um profissional da mais alta estirpe da radiofonia, era o professor da faculdade e do futebol da cidade.

Estou falando de Humberto de Campos o “Moça Velha”, como os amigos o chamavam, era leitura obrigatória para todos aqueles que acompanhavam o futebol paraibano. Sua coluna no Diário da Borborema, intitulada “Jogo Duro”, marcou toda uma geração de “boleiros”, tendo até, uma versão sonora na Rádio Borborema.
Sua definição para o Campeonato Paraibano era chamá-lo de “O Extra”, seguido do ano da edição do torneio, sempre lembrando que o campeonato era “nivelado por baixo”, em suas próprias e ferinas palavras. Com referência a Campina Grande, uma frase sua ficou famosa. Ele se referia a “Rainha da Borborema”, debochadamente como “Centro de Irradiação do Universo”.

Humberto também se envolveu em polêmicas com alguns dirigentes esportivos e era de conhecimento que sua preferência local era o Campinense Clube. Esse fato, talvez, explique a desconfiança de boa parte da torcida do Treze com relação as suas colunas. Em 1983, por exemplo, após o Treze comemorar uma vitória que daria o título estadual, a FPF voltou atrás em sua decisão e marcou uma melhor de três contra o Campinense. Humberto disse então, que o Treze teria de fazer uma passeata de ré, já que o clube ainda não era o campeão. Ao final da melhor de três, ao obter finalmente o título estadual, boa parte da torcida do Treze saiu do Estádio Amigão de costas, gozando o cronista e a torcida do Campinense.

O “Mais Discutido”, também trabalhou na CELB e seu último emprego foi no jornal “A União”.

TITULO DE CIDADÃO CAMPINENSE

Humberto pelos relevantes serviços prestados recebeu merecidamente o titulo de cidadão campinense foto ao lado.

Os desportistas campinenses do passado guardam na lembrança a história de grandes profissionais do rádio que fizeram parte do tempo áureo do esporte, em especial do FUTEBOL.

Estes são alguns fatos que narram à história de vida do jornalista Humberto de Campos e marcam o reconhecimento de sua trajetória dedicada ao esporte e ao! Jornalismo esportivo demonstra que a cada ano, a cada trabalho desempenhado pelo ex-goleiro, cronista esportivo, sua vida se funde à história da atividade de jornalística esportiva do citado cronista de Campina Grande em especial a do Rádio e jornalismo esportivo, que completou mais de 70 anos de existência na cidade.

Humberto de Campos para mim foi um dos melhores cronistas ou quem sabe o melhor de todos os tempos, diferenciado pela irreverencia, ele é sem dúvida nenhuma único. Era é show de bola! Saudades, e continue narrando e divertindo aonde quer que você esteja. Por isso compartilho aqui abaixo algumas fotos dele como atleta e desportista como a homenagem que posso fazer a um mestre que vai fazer muita falta. Talvez nem tenhamos a medida, ainda. Que ele fique em paz, mesmo com nossa saudade.
TIME DOS DIÁRIOS ASSOCIADOS
                                   

                                             TIME DE FUTEBOL DE SALÃO DO ESTUDANTES


FONTE:
Diário da Borboerema
Site:
RHCG

terça-feira, 26 de novembro de 2013

DE VOLTA PARA A SAUDADE - OLIMPIADAS ESTUDANTIL DE CAMPINA GRANDE

POR: JOBEDIS MAGNO DE BRITO NEVES

O tempo passa que nós nem percebemos, geralmente ouvimos a expressão, parece que foi ontem, e é verdade! Mas este parece que foi ontem, às vezes, foi há  mais de 30,  40 50 anos atrás! O tempo não  espera mesmo por ninguém. Mas o bom do tempo é quando conseguimos deixar marcas que possam ser lembradas, e bem lembradas por muitos e vale a pena ser lembrado. Momentos inesquecíveis que terminam por influenciar as nossas próprias vidas, a nossa própria história.


O esporte de nossa cidade a partir dos anos 60, foi assim, uma marca que começava a ser inesquecível. A  história do começava a mudar e ser realmente escrita. Entravam nomes que por certo serão lembrados por muito tempo. Atletas diferenciados em todo o esportes.

Todos os atleta de nossa cidade,   todos no auge de sua juventude, bonitos, na exuberância de suas vidas, passando todo o vigor dos seus espíritos alegres... Este fragmento que conseguimos Não é saudade, e sim respeito ao talento destes homens e mulheres do mais altíssimo nível. A maioria deles, mesmo depois de 60 anos, continua brilhando em suas carreiras.

O nosso objetivo é homenagear os atletas que brilharam nos campos e ginásios esportivos de Campina Grande no passado. Eles têm grandes histórias para contar, porém, muitos se sentem esquecidos. Retomar esse momento é como reviver a própria trajetória, porque aqueles que estão em destaque, terão a oportunidade de conhecer pessoalmente aqueles que já subiram o pódio, trouxeram medalhas, suaram a camisa, ergueram a bandeira de seu clube ou colégios, nos enchendo de orgulho.

É apenas uma homenagem a estes meninos e meninas da época que fizeram centenas de torcedores na quadras e campos de futebol e atletismo felizes e sonharem através da magia inapagável do esporte. Eles foram pioneiros de um tempo que buscava mesmo fazer história, explodir com o sucesso. Ao longo dos anos, alguns colégios de nossa cidade  só foi se reforçando e revelando talentos e mais talentos.

Atualmente o esporte de nossa cidade  não tem o mesmo brilho de antes, não existe mais a uma expressiva audiência. Os tempos são outros, o número de colégios aumentou e muito, mas a sua bela historia do esporte do passado de nossa cidade nunca será apagada ou esquecida, e nem os seus protagonistas espetaculares.

Campina Grande ficava diferente em época de olimpíadas tamanha era a rivalidade entre alguns colégios e a emoção que despertava nas torcidas. Os ginásios da AABB, Clube do Trabalhador e o Cesar Ribeiro e os campos do Treze e do Campinense eram pequenos demais para abrigar tanta paixão de uma só vez. Faltavam lugares. Foi nas quadras e nestes campos de futebol e atletismo que nasceram grandes talentos nos esportes de nossa querida Campina Grande.

Claro que o mundo mudou, mas devemos continuar a lembrar de nossos craques e de seus exemplos, dentro e fora de campo, e nada melhor que mostrar os grandes  atletas e suas conquistas anexam abaixo algumas fotos e suas conquistas: 









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sexta-feira, 22 de novembro de 2013

UMA HOMENAGEM ESPECIAL - CACHEPINHA

POR: JOBEDIS MAGNO DE BRITO NEVES

Dizem que nunca é tarde para homenagearmos as pessoas das quais gostamos e que tinha no nosso ciclo de amigos de infância. Mesmo atrasado, hoje cumprimos nosso dever em relatar um pouco a história de um grande desportista do bairro do São José o nosso Edrício Moreira, o Cachepinha. Ele não jogou bola (apenas rachava nos Coqueiros de Zé Rodrigues, no dia que levou umas cassetadas de um zagueiro brabo deixou de rachar), suas atividades estava fora das quatro linhas, como torcedor, animador da torcida e cantador nas festas das vitorias nos bares da cidade.
Torcedor/fundador do tradicional time de futebol de nossa cidade o Everton Esporte Clube, usou seu talento para alegrar pessoas de diferentes gerações. Tinha o dom especial de manter vivo o seu tão conhecido violão. Suas canções nas farras durou por algumas gerações, buscava sempre renovar o grupo a cada falecimento de um participante. Com essa atitude, o grupo sempre mantinha um sangue novo sem perder a essência das antigas músicas de salões. Seu amigo inseparável, o violão, as vezes parecia murmurar notas musicais, tal a proximidade com o artista. A música que encantava a todos vinha do fundo de sua alma iluminada pela melodias e acordes que inebriavam aos ouvidos mais exigentes.
Sem contar com os outros equipamento e auxiliares (Enésio Pedrosa, Uila Gaguinho entre outros) nas suas musicas,  um êxtase de alegria. Seus dedos deslizantes nas cordas do violão,  as vezes eram trocados por uma palheta no polegar, que saltitava produzindo acordes como se tivessem vida própria.
Seu Violão  agora está mudo, pendurado em algum canto da parede de sua casa.
O Cachepinha faleceu repentinamente em João Pessoa  vitima de uma complicada doença causada pelo diabetes segundo soube, a dois anos,  deixando uma lacuna que talvez nunca mais seja preenchida. Infelizmente não pude ir ao seu  velório, o mestre da arte de tocar e encantar tantas gerações. Ele deveria ter tido uma homenagem em vida que com certeza o faria muito feliz. Na sua despedida deveria ter sido coberto o seu caixão com  uma bandeira do time que tanto amou, o EVERTON ESPORTE CLUBE.

ALGUMAS FOTOS DO CACHEPINHA E AMIGOS:



Cachepinha escutando o cronista Edmilson Antonio discursar

terça-feira, 19 de novembro de 2013

QUEM ERA CRAQUE - MACOLA

    POR JOBEDIS MAGNO DE BRITO NEVES

O Museu Virtual do Esporte de Campina Grande continuará resgatando a bela história do futebol campinense do passado de glórias e conquistas e de grandes jogadores que se destacaram e deixaram seus nomes gravados nos clubes que defenderam, dali sempre surgiu muitas qualidades.

Os torcedores mais antigos devem recordar, por exemplo, de jogadores épicos, como o nosso personagem desta semana, e vários outros já aqui citados e homenageados. Todos, sem exceção, produzidos pelo velho e magnífico futebol de peladas das antigas.

Macola, cujo nome de batismo é Marcos William Guedes Arruda, foi craque consagrado, daqueles que até hoje e sempre citado por desportista do futebol campinense.

O inicio da carreira foi no time juvenil do Treze Futebol Clube conforme fotos abaixo:
                                   TIME DO TREZINHO


Quando foi para o juvenil do Campinense Clube, junto a vários jogadores do elenco do Trezinho: Delgado, Cyl,  Humberto e Betinho Mota, Vado Agra, Juju entre outros e já foi i conquistando o título de campeão amador da cidade. No ano seguinte, com apenas 20 anos, estreava no time principal para levantar o título paraibano.

Bastaram alguns jogos para que a torcida e identificasse que ali estava um jogador  diferente. Capaz de entrar em todas as divididas e disposto a sair no braço com quem fosse preciso. Macola tinha categoria e habilidade no trato com a bola e melhorava mais ainda quando estava chateado com algum marcador mais desleal, conduzindo a bola com perfeição para cima do abusado defensor. Foi campeõ por diveras vezes pelo elenco do Raposinha ao lado de grandes craques conforme foto abaixo: 

Os grandes adversários do raposinha foram os clubes: Trezinho e o Nacional de Zezé em memoráveis clássicos do futebol amador de nossa cidade.

Foi um  ferrenho jogador/treinador/torcedor/dirigente do Campinense nos anos de 60, que por seu temperamento irrascível recebeu os apelido de “raçudo”. Macola como jogador jogava em várias posições inclusive de goleiro. Era velocíssimo, arisco e carniceiro, pois dividia todas as jogadas e fazia uma dupla de atacantes infernal com seu companheiro Natal e chegou a jogar varias vezes na  equipe de profissionais do Campinense (conforme foto abaixo):
Macola era um dos jogadores que entravam com o coração na ponta da chuteira. Viradas históricas aconteceram por toda essa emoção e raça que cercavam o elenco do Raposinha na sua  época. Com seu estilo de jogo sério e empenhado chegou jogar nos titulares do campinense.

Macola pertenceu a um período anterior às chuteiras coloridas, cortes de cabelos personalizados e coreografias sertanejas. Ele foi de uma geração em que cada clássico era de uma complexidade a, como afirmava o cronista esportiva e jogador de seu tempo Humberto de Campos(I.M.). Mas, afinal, Macola  virou ídolo pelos sopapos ou pelo tanto que jogava? Segundo antigos jogadores, as duas respostas são verdadeiras. “Ele combinava raça com categoria. Era valente e refinado.” 

Também joguei bola e tinha fama de valente como ele e sei que muitas vezes o jogador tem que definir as coisas antes mesmo de a bola entrar em jogo. Tem que se chegar perto do adversário e advertir que não vai haver moleza, eles que se cuidem porque a parada é de vida ou morte.

Mesmo com a fama de valente, Macola por serviços de grande relevância prestados à nossa cidade, como cidadão, como advogado brilhante, como atleta, com o dirigente esportivo,  como desportista e em especial pela sua linha e conduta irrepreensível, sem vergonha das suas origens e sempre ajudando quem dele necessita.

Outras fotos do atleta e cidadão Macola:



                                   MACOLA COM SEU GRANDE AMIGO WALDEVAN













domingo, 17 de novembro de 2013

HOMENAGEM AO FUTEBOL DE PELADA DE CAMPINA GRANDE E SUAS GRANDES EQUIPES DO PASSADO

POR: JOBEDIS MAGNO DE BRITO NEVES

Como 2ª matéria sobre a história do futebol de pelada do passado de Campina Grande, ainda falando sobre equipes e atletas que marcaram histórias no nosso município, na grande maioria dos registros confirmados em fotos relacionadas abaixo logicamente que algumas equipes e jogadores não presenciei, mas  tomei conhecimento devido ao bom futebol que o pessoal jogava e até hoje se comenta as jogadas individuais e a facilidade de formar grandes equipes que jogavam coletivamente. Tempos que a memória não apaga, mas infelizmente não voltam mais.

Para os principais personagens da nossa história, qualquer terreno batido era um grande campo de futebol, o "Kichute" era confortável e a bola de couro e que na chuva pesava uma barbaridade...

Eram pequenos detalhes, que passavam despercebidos à uma época de encanto onde o "amador" e o "amor" não era apenas palavras que rimavam, mas, representavam verdadeira paixão pelo futebol, o jogar pelo prazer e pela satisfação, algo que infelizmente torna-se cada vez mais raro nos dias atuais.

Relatar algumas das passagens bonitas de alguns craques em décadas passadas de nossa "Rainha da Borborema" é relembrar de pessoas ligadas ao nosso futebol tanto de campo como de salão. E entre vários craques de um passado memorável e bem recente, que não estar tão longe ainda é trazer de volta boas e maravilhosas lembranças daqueles tempos de ouro do nosso futebol, entre tantas recordações boas podemos ressaltar as figuras ilustre dos grandes amigos como:

Vado Agra, Benivaldo Araujo, Humberto de Campos, Sebastião Vieira, Marcos Góis, Nego Roberto, Jorio, Gilvan, entre tantos outros. Todos estes craques daquela época encheram os campinhos  com belas jogadas e simplicidades do bom futebol de nossa cidade, ficaram umas recordações muito especiais para o meu amigo e parceiro Vado Agra (foto abaixo) que jogou comigo no grande Everton e foi nosso treinador no Boavistense. O time do Everton era um  time de renome e prestigio do nosso futebol daquela época não só pelas suas participações belíssimas em torneios e e partidas local como também em apresentações fora do nosso município o qual infelizmente não deixou sementes plantadas para gerações vindouras tudo isso sobre a batuta do maestro Fuba véi  tão bem orquestrada pelo nosso guru e presidente José Nogueira, homem voltado principalmente para o esporte de nossa cidade, tanto como craque como dirigente da agremiação, principalmente do nosso saudoso EVERTON ESPORTE CLUBE

O grande atleta, dirigente e reinador Vado Agra (I.M) nesta foto Abaixo:

de centravante era um   desportista, sempre voltado para o esporte de nossa cidade, onde com sua sapiência enriqueceu de conhecimentos nossos craques sempre nos dando bons exemplos de vida e nos enchendo de conhecimento sempre voltado para o espírito esportivo e sempre voltado para a moral à decência e os bons costumes.

Mas se tratando das boas recordações daquela época o que mais ficou marcado em mim daqueles tempos de ouro do nosso futebol, foi à amizade sincera o companheirismo que nosso amigo  nós mostrou e nos ensinou.

Outras fotos de outros grandes  clubes do passados:









quinta-feira, 14 de novembro de 2013

RELÍQUIAS ESPORTIVAS DE CAMPINA GRANDE

POR: JOBEDIS MAGNO DE BRITO NEVES 


Voltando ao tempo, mais uma vez, recordamos, portanto, do fundo do baú, estas relíquias de fotografias, exaltando o time e do Campinense  e do Treze da década de 50 (a do Campinense do acervo fotográfico de Renato Ribeiro,  ex - jogador e pai de um dos maiores goleiros de futebol de salão de nossa cidade o Zaquinha)  e o da  equipe do Treze Futebol clube de 1955 do acervo pessoal do  João Mario Correia Costa,  que tem dado uma boa contribuição no resgate de nossa história fotográfica.

Do fundo do baú (mesmo!), estas preciosidades abaixo:





terça-feira, 12 de novembro de 2013

FOTOS DA MEMÓRIA ESPORTIVA DE CAMPINA GRANDE

POR: JOBEDIS MAGNO DE BRITO NEVES

Recordar é preciso, pois é grande a importância da memória. Afinal, ninguém vive sem passado, sem tradição, sem raízes, sem história. Nosso passado é nossa história, e só o que realmente temos que ninguém pode tirar de nós. De mais a mais, não se pode saber se é, se não sabe quem se foi. Este é o drama dos desmemoriados, que perdem sua identidade por que perderam sua memória. Olhar essas fotos de alguns desportistas, atletas e times  do passado de Campina Grande do passado tem que energizar nossa memória para que no presente tivermos o mesmo sucesso desta grande geração esquecida pelo tempo e voltarmos às grandes vitórias. Temos que ter fé, porque a fé vive da memória.