segunda-feira, 29 de abril de 2013

QUEM FOI BOM JOGADOR NO PASSADO - PEDÃO DO IPASE

POR: JOBEDIS  MAGNO DE BRITO NEVES


Continuando com a memória do esporte de Campina Grande vamos comentar a vida futebolística de Pedro de Sousa Carvalho, o Pedrão do Ipase como era chamado no seu tempo de atleta em nossa cidade. 

Zagueiro vigoroso que marcou na história do futebol amador e de pelada do nosso município. Este Cabaceirense que chegou para morar em Campina Grande aos 20 de idade. Trabalhava no antigo hospital do IPASE.

Iniciou sua carreira no futebol em nossa cidade atuando no Internacional de Ze Coringa do bairro da Prata, depois atuou no Nacional de Zezé, cujo clube defendeu algumas temporadas. A seguir Pedrão jogou no Pão Duro, Pio 11 e ingressou no Estudantes Esporte Clube onde jogou por vários anos,  formando dupla de zaga com o também vigoroso zagueiro Ze Guedes. Jogou também futebol de salão pelo Clube do Trabalhador.

Hoje Pedrão reside em Campina Grande e esta sempre no Calçadão da Cardoso Vieira batendo papos com amigos.   A lembrança de sua conduta, seu jeito simples e sincero de fazer amigos será sempre lembrado por todos aqueles que tiveram o privilegio de conviver com esse craque do passado.

Algumas fotos do Pedrão quando era atleta:







quinta-feira, 25 de abril de 2013

GRANDE DESPORTISTA DE CAMPINA GRANDE

POR: JOBEDIS MAGNO DE BRITO NEVES

Geraldo Nunes Sobrinho – O “Gatinho” – Falar deste amigo é fácil, pois somos amigos de infância da Rua Felipe Camarão no bairro do São José em Campina Grande/PB. Participou de muitos jogos de futebol de campo defendendo cores do aspira do Everton, estava sempre sentindo as emoções desses jogos.

Gatinho foi um zagueiro que tinha muita boa técnica e uma garra de fazer inveja há muitos jogadores da atualidade. Foi também dirigente do Everton na função de tesoureiro, com uma gestão muito proveitosa e honesta. O mais importante é que Gato (como era carinhosamente chamado pelos amigos) nunca se descuidou de seus estudos que estava sempre em primeiro lugar. E foi ultrapassando todas as barreiras que surgiram a sua frente, que conseguiu se formar em engenharia. Graduado em Engenharia Civil pela Universidade Federal da Paraíba. Depois de ensinar por alguns anos na POLI, foi diretor por alguns anos no CCT. Sendo recrutado por Linaldo Cavalcanti para exercer um cargo de direção no CNPq.

Gatinho tem no seu Currículo: Especialização em Indicadores para Política Científica pelo Centro de Política Científica e Tecnológica do CNPq, mestrado em Meteorologia pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais e doutorado em Sociologia pela Universidade de Brasília. Coordenador Geral de Apoio à Pós-Graduação e Diretor Substituto da Diretoria de Avaliação da CAPES.

Atualmente é Diretor da Diretoria de Relações Internacionais, de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). Coordenador do Grupo de Trabalho de Acompanhamento e Operacionalização do CsF na Capes. 

Tem experiência na área de Sociologia, com ênfase em Sociologia do Conhecimento, atuando principalmente nos seguintes temas: formação de recursos humanos, políticas científicas, grupos de interesse. Profissão que exerce nos dias de hoje, com muito sucesso, em Brasília. 

Gato era um verdadeiro líder nos meios esportivos do bairro. Por isso, era respeitado e reconhecido pelo trabalho que apresentava. Foi dirigente do time e fez uma boa administração e como também figura de destaque no meio educacional da nossa terra depois de formado em Engenharia. 

Pois é amigos o Gatinho foi atrás de novos horizontes indo morar em Brasília. Distante de sua terra, era lembrado com saudade por amigos e familiares. Mas, ficou sendo uma figura lembrada em nossas rodas de bate papo no bairro. Todo fim de ano, Gatinho vem a Campina Grande para rever a família e os amigos. 

Finalizando digo o seguinte ao amigo Gatinho - Um dia a maioria de nós se separamos. Sentimos saudades de todas as conversas jogadas fora, as descobertas que fizemos dos sonhos que tivemos dos tantos risos e momentos, as partidas, viagens para jogar fora de cidade que compartilhamos... Saudades até finais de semana, de finais de ano, enfim... Do companheirismo vivido... Sempre pensei que as amizades continuassem para sempre... Hoje depois de mais de 60 anos não tenho mais tanta certeza disso. Pois cada um vai pra seu lado, seja pelo destino, pelo trabalho, segue a sua vida, talvez continuemos a nos encontrar, quem sabe... 

Depois desta pequena homenagem seus filhos e os meus não dirão mais ou verem algumas antigas fotografias suas e minha e não mais perguntarão: Quem são estas pessoas nas fotos. Diremos que eram nossos amigos. Foram meus amigos de infância, foi com eles que vivi os melhores anos de minha vida!

Um grande abraço do seu amigo/irmão

Jobedis

Algumas fotos do jogador, desportista e professor Geraldo Nunes Sobrinho:

                                     ASPIRA DO EVERTON DE 1969
Gatinho é o quinto jogador em pé depois do goleiro e seu irmão Chó


GATINHO É O QUARTO JOGADOR EM´PÉ



                            Gatinho dando uma palestra na Coreia

  Gatinho numa Audiência Publica participando da mesa de debates







quarta-feira, 24 de abril de 2013

AGRADECIMENTO AOS AMIGOS PELA SOLIDARIEDADE

POR: JOBEDIS MAGNO DE BRITO  NEVES



Pedro Sandu como é chamado carinhosamente no seu tempo de atleta em Campina Grande teve o seu sonho realizado, foi jogador de futebol e defendeu um dos clubes mais tradicionais da nossa cidade o Everton Esporte Clube. Conquistou títulos significantes. Sua posição foi de zagueiro, preciso nas antecipações e dono de uma garra impressionante e foi apelidado de Xerife.  

Pode-se considerar o seu maior desempenho em Campina Grande na década de 70  quando formou na zaga do time  com o excelentes atletas e foi bi campeão suburbano de nossa cidade em um campeonato com mais de 40 clubes disputando.

Pedro Sandu (na foto ao lado)  é por nós considerado um vencedor, tanto dentro dos campos de futebol quando atuava como atleta, como na vida cotidiana. Tem recebido várias provações da vida e sobrevivido com muita garra e coragem, numa delas chegou a ficar alguns dias na UTI, mas, forte na fé na perseverança e com ajuda de amigos e familiares ele vai passando por esses obstáculos da vida com  seqüelas significantes fisicamente, mas tem sido abençoado por Deus. 

Ultimamente teve novamente que conviver com outro drama na sua melindrosa operação, mas graças a Deus, hoje já está em recuperação em sua casa  junto de sua filha e familiares. 

Passamos por momentos difíceis para que possamos perceber o valor de nossas vidas, para que possamos aproveitar cada dia que vivemos, para percebemos a importância das pessoas que temos ao nosso lado e também para percebermos que em segundos podemos perder tudo, até mesmo a nossa própria.

Portanto, é notável que todas as pessoas de bem passem por provações diversas para continuar acreditando, que nasceu para dar certo, mas sem se descuidar da vida e com certeza esse grande amigo, deu também muitas alegrias aos seus admiradores e torcedores de seu clube, que ele defendeu com garra, técnica e seriedade, o coloca hoje sempre seu nome em evidência como um dos nomes que marcaram dentro do nosso futebol.

Não importa o que aconteça, supere seus medos, vença novos desafios e obstáculos, porque o principal é seguir em frente e nunca desistir.

Força amigo estamos na luta com você.

sábado, 20 de abril de 2013

REMINISCÊNCIAIS DO MEU TEMPO DE ATLETA

POR: JOBEDIS MAGNO DE BRITO NEVES


  Tenho uma frase que soa latente no meu coração e que mentalmente vivo sempre a repetir: enquanto mais conheço outros lugares, mais eu amo a terra onde nasci – o bairro do São José de Campina Grande. Isto é tão forte dentro de mim que eu resolvi escrever coisas da minha reminiscência no referido bairro, da minha infância, da minha pré-adolescência e já adulto, quando eu de lá saí.
Naquela época o bairro São José era cheio de atletas de diversos esportes, e o mais praticado, claro, era o futebol. Futebol de poeira ou de Salão (hoje o futsal), que era jogado na quadra do Treze e depois na quadra do Ginásio da AABB.

Mas, o mais emocionante, o mais apaixonante era o futebol que jogávamos nos campinhos do bairro. Eram muitos os campinhos, mas, aqui destaco a existência de três que eram essenciais no âmbito da preferência das galeras e dos jovens esportistas da época: O campo da perua,  o campo que ficava ao lado do Parque infantil e o que ficava ao lado do hospital do Ipase.
Depois com o esgotamento do Açude Novo rachávamos no chamado campo do Bacião que ficava perto no leito seco do açude.  

Nesses campos as peladas eram inflamadas, a platéia era atenta e os craques mostravam seus potenciais.  Eram muitos,  havia mesmo verdadeiros  craques de bola, que eu poderia concluir este artigo só enumerando-os, mas, para fugir da injustiça que cometeria quando tentamos abarcar um universo tão grande vou deter-me àqueles que no meu entendimento formaram o mais significativo, o mais brilhante time de pelada da minha época.

Com tantos craques, com tantas pessoas apaixonadas pelo futebol, com tantas crianças e jovens cheios de energia, nada melhor que canalizar essa energia para o esporte, melhor falando, para o futebol.


Formaram-se assim os torneios e campeonatos suburbanos de nossa cidade. Cada bairro representados por alguns times.



Nosso time chamava a atenção de todos, pela sua formação: de grandes craques a começar pelos nossos goleiros Amigo da Onça e João Batista) na defesa o amigo que digita este texto o Jobedis, Ademir, Son e Martinho na zaga.Nenem e Chininha e na linha de frente, Picole, Tonheca, Valdinho Carapuça e Fernando Canguru.


Tinha ainda o Pedro Sandu e o Chiquinho , que eram jogadores de qualidade mediana, mas, com uma garra e determinação ímpares, que aliadas ao fato de detestarem a derrota, os tornavam monstros sagrados. Mas, nada, nada mesmo se comparava com os geniais dribles, passes, tabelinhas e gol feitos pelos nossos craques citados na nossa linha de frente. Estes eram craques de altíssima categoria, para classificá-los poderíamos criar uma categoria extra, que os diferenciasse dos demais.


Realmente a equipe do Everton Tri campeã da cidade constitui na história de futebol de pelada de nossa cidade, um capítulo à parte, uma vez que se tratava de uma equipe pra lá de genial. Eram realmente craques da bola, eram mestres em todos os fundamentos – passe, drible, chute com bola parada (faltas e escanteios), cabeceios e tudo mais.


Donos de dribles inusitados, passes sensacionais e fenomenais gols de placa. Alvos da perseguição implacável dos adversários sempre propensos a anulá-los por meio de pancadas, não raras vezes desleais.


Por isso, alguns dos nossos craques foram, enquanto atletas,  craques de pernas sempre mapeadas com as feridas das pancadas, contusões e outras escoriações correlatas.  Mas, o tempo é mestre em dissolver as alegrias da nossa adolescência, embora nos deixe as reminiscências. Deste time, em Campina Grande  ainda residem em nossa cidade:; o Jobedis, Son. Ademir, João Batista, Nenê, Picolé, Pedro Sandu, Tonheca e Valdinho Carapuça os demais se mudaram para outras cidades deste Brasil para exercerem suas profissões.


Quero neste singelo e humilde texto, prestar a minha homenagem àqueles que foram irmãos para mim: Son, Nego Gilson, Fernando Canguru, Pedro Sandu, Ademir, Valdir Ventinha, Nenê, Cho, Jonas Didi, Tonheca, Valdinho Carapuça, Ze Menonca, Tadeu Bundinha,  China entre outros. 

Quero deixar uma pequena homenagem para o ídolo maior o nosso nosso treinador Fuba Véi (que  já merecia ser nome de rua na nossa terra). Um amigo, um irmão, pessoa com a qual tive a oportunidade de compartilhar grandes momentos, de aprendizado inclusive, e não é à-toa que neste momento enquanto concluo este texto meus olhos umedecem. Meu querido Fubão, você que já está na saudade entre nós, deixou uma lacuna irreparável no futebol de pelada de nossa cidade, porque além de não poder mostrar e contar para as futuras gerações os seus feitos, não nos resta qualquer arquivo além da falha reminiscência que neste momento usamos para expor este curto relato da tua passagem pela terra.


Por tudo, formalizamos a Deus o pedido para que Ele, o Altíssimo, sempre te ilumine onde quer que estejas na certeza de que iluminarás todos os lugareas por onde passares, inclusive o céu, tal como o fizeste nos campinhos de Pelada de nossa Campina Grande e demais lugares em que tu marcaste a tua vivência entre nós.


Obrigado aos amigos e ex-jogadores do nosso grande Everton por comentarem.

FOTOS DE GRANDES AMIGOS NO ESPORTE:

















Glauco, Sabara, Marcos Katta e  Jobão

quarta-feira, 17 de abril de 2013

MEMÓRIAS ESPORTIVAS EM FOTOS

POR: JOBEDIS MAGNO DE BRITO NEVES


Olhar algumas fotos de times do passado de Campina Grande  para energizar nossa memória para que os atletas do  presente tivesse oportunidade e o o mesmo sucesso desta grande geração que estava esquecida pelo tempo.

Voltando ao tempo, mais uma vez, Recordamos, portanto, do fundo do baú, estas relíquias de fotografia, exaltando alguns  times da década de 50 e 60 remetido por e-mail pelos amigos e parentes de  desportistas do passado de nossa cidade. Estes internautas  que tem dado uma grande contribuição no resgate de nossa história fotográfica.

Do fundo do baú (mesmo!), estas preciosidades abaixo:







Flay Black






domingo, 14 de abril de 2013

CANTINHO DA SAUDADE - LULU

POR: JOBEDIS MAGNO DE BRITO NEVES


Se você chegar em Campina Grande e perguntar por Wilson Absalão Filho, certamente terá dificuldade em receber a informação correta. O mesmo não acontece se você perguntar pelo ex jogador de futebol do passado “LULU”, uma personalidade na história do futebol do passado de nossa cidade.

Pois é amigos, nesse mutirão que temos feito em defesa do resgate da história do esporte de Campina Grande, não poderia deixar de homenageá-lo. Inicialmente, procurei duas  “enciclopédias vivas ” de nossa cidade. O primeiro que é nosso colaborador  João Mario Coreia Costa que me forneceu algumas fotos e informações sobre Lulu, dizendo que, inicialmente, ele era conhecido como Lulu Branco pois tinha outro Lulu aqui em Campina Grande que era chamado Lulu Preto. Por ser extrovertido e um tanto diferente dos meninos da época, logo ficou conhecido como Lulu Doido. E não se importava com o apelido. Nas peladas era sempre um dos primeiros a ser escolhido por quem ganhava o par-ou-ímpar.

Recorri tambem a Sabará em busca de mais informações. Aí sim! Me chegam outras boas e agradáveis informações. Conta  que Lulu jogava no Racing aqui de Campina Grande (conforme foto abaixo):
 
Sabará foi seu colega de adolescência e fez parte do seu círculo de amigos, (jogou com ele no Nacional de Patos) tendo dele grandes recordações.

Lulu jogava uma bola redondinha. Era um jogador habilidoso e apesar de baixinho para a posição de centro avante tinha uma grande impulsão e fazia muitos gols de cabeça. Não fazia as habituais trapaças, como puxar o calção do adversário, levantar o pé acima da bola, armando o que se chamava de chapa, não dava uma cotovelada. Era ele e a bola, tentando apenas se esquivar dos adversários. Franzino e com esse espírito, conseguiu despertar interesse dos vários times de futebol no Nordeste (jogou no Treze , Campinense, Botafogo de João Pessoa, Nacional de Patos, Náutico de Recife e no CRB de Alagoas.
Na adolescência cheguei a jogar futebol com ele pelo Everton e fomos Bi campeões Suburbano em 1973 conforme fotos abaixo:

 

Tenho na memória algumas historinhas. Uma eu presenciei, boquiaberto, no Campo da Saudade.

Não lembro o ano (década de 70)  Mas, a jogada está ainda hoje nítida na minha memória. Parece que estou me vendo de pé perto dele dele e o mesmo colocando vic vaporube nas nas suas partes intimas (para ficar ardendo e ele não parar em campo me dizia ele)  na altura da meia-cancha adversária. O Everton atacava pela ponta esquerda, a cinco metros de onde eu estava, quando alguém deu um balão em sua direção. Foi um alvoroço naquela zona do campo. Os defensores, uns dois ou três correram para o local, olhando para cima e se encandeando, enquanto a bola descia. Lulu ali, parado, olhando com calma a trajetória da bola. Quando ela aproximava-se do chão, deu dois ou três passos para trás. A bola quicou em algum buraco do terreno, encobriu os defensores e foi cair mansa no seu peito. Depois do primoroso lance,   cumpriu a tarefa com um gol na sua frente. 

Lulu não era apenas um bom jogado, era um malandro. Sabia driblar e irritar os adversários, duas armas fatais no futebol.

Em 1967 Lulu jogou pelo Nautico que tinha um elenco grandioso com nomes como: Lula, Valter Serafim, Aloísio Linhares, Gena, Valdemir, Mauro, Fraga, Limeira, Clóvis, Fernando, Zé Carlos, Rafael, Tadeu, Salomão, Ivan, Miruca, Paulo Choco, Edgar, Nino, Lala, Lulu, Aloísio Costa, Iaponã, Bita, Ladeira.

Craque do nosso futebol deixou  saudades aos 59 anos encerrou seu ciclo de vida terrena, faleceu e agora mais um que vai ficar nas nossas mentes suas grandes jogadas, seu jeito de atuar, sua competência quando esteve vestindo o uniforme nas equipes que atuoué lembrado por sua habilidade, toques curtos bola presa aos pés onde enfurecia os adversários para tira-la do seu poder, agora será mais um em que teremos saudades pelo o que representou na sua época como atleta e pessoa. Vai com "Deus" mais um herói campinense.

Lulu Doido  faleceu, deixou esposa e filhos. Enfim, era uma pessoa simples, honesta, humilde e extremamente manso. Não tinha animosidade com ninguém. Merece todo o reconhecimento de nós Campinenses.

Algumas fotos do Lulu em outros times do nordeste e na nossa cidade:





BOTAFOGO DE JOÃO PESSOA 
NA LINHA AGACHADOS DOIS CAMPINENSES O LULU E O PIBO