sexta-feira, 30 de março de 2012

QUEM FOI CRAQUE - CARLINDO

POR: JOBEDIS MAGNO DE BRITO NEVES

A história do goleiro Carlindo que atuou muitos anos na nossa cidade , é desses casos raros do esporte, sempre mostrou qualidade e muita técnica debaixo das traves, atuou na melhor fase do nosso futebol (década de 70). Conquistou vários títulos no futebol de salão amador nas equipes que atuou.

Sempre mostrou sua característica de ser um grande goleiro, grande lançador e um líder em campo. Fez parte da fase nostálgica do futebol de salão de nossa cidade na década de 70, quando resolveu pendurar as luvas no futebol amador.

Abandonou o amador e saiu dos gramados, mas continuou no esporte agora como ciclista (hoje é renomado ciclista no brejo paraibano) e continuou a conquistas agora neste esporte.

Sem duvida nenhuma Carlindo sempre foi um goleiro que mereceu destaque, pelas suas constantes e ótimas atuações num tempo aonde os atletas jogavam muitos anos consecutivos na mesma agremiação.

Agora já aposentado da bola e do serviço, apenas ficam as lembranças de seus grandes feitos. Parabéns Carlindo, extraordinário goleiro, pelos belos momentos que teve sua participação na história do futebol amador de Campina Grande e em outras cidades do Nordeste.

Algumas fotos do Carlindo como atleta:




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                     Campinense Bi campeão da cidade

                                         CARLINDO AGORA COMO CICLISTA



quinta-feira, 29 de março de 2012

TUNEL DO TEMPO - TIME INFANTIL DA AABB DE 68

POR: JONEDIS MAGNO DE BRITO NEVES

O Túnel do Tempo traz hoje, mais umas verdadeiras raridades. Estas fotos do infantil da AABB no seu Ginásio de esporte no Bairro do São José  no final da decada de 60.

A AABB tinha uma equipe imbatível, com várias promessas para integrar seu time principal. Como por exemplo, Sandoval, Buel, Tiquinho, Giotto, Tadeu Bundinha, Nem,  entre outros. O Giotto era um jogador diferenciado sem duvidas,  todos na oportunidade apostavam no futuro promissor do garoto, mas preferiu os estudos e hoje é engenheiro da CHESF. 

Outro exemplo é o jogador Buel, ainda jovem e apaixonado pelo esporte, Zagueiro firme e arrojado, hoje trabalha como Médico e foi vereador em São Paulo.

Sandoval seguiu a carreira profissional no futebol com destaque.
Tadeu Bundinha preferiu os estudos e é hoje Engenheiro d UFCG.

Edisio Souto se formou e atualmente mora em João Pessoa e é um grande dirigente de  empresas.

O Nem depois de várias contusões e também uma grave doença (que lhe tirou precocemente a vida), fez com que o sonho do menino fosse outro e não mais um jogador profissional.   Entre tantos outros. 

E o Túnel do Tempo matando a saudade e revivendo a história. Tempos de ouro do nosso antigo futebol de salão, hoje futsal, verdadeiros mágicos desfilavam pelo piso sagrado do ginásio de da AABB e eram capazes de mostrarem com os pés coisas que até hoje mal fazemos com as mãos, os torcedores como se vê ao fundo superlotavam o ginásio  e iam ao delírio com as jogadas dos nossos craques.

Nesta foto em pé da esquerda para a direita, Buel, Genival e Giotto (um dos  dos maiores jogadores da época( Agachados Sandoval que se destacava por seus belos gols e Tiquinho outro grande jogador que não seguiu a carreira no esporte.






quarta-feira, 28 de março de 2012

CANTINHO DA SAUDADE - FIRMINO

POR: JOBEDIS MAGNO DE BRITO NEVES


Somente agora, alguns anos após sua morte, consigo homenageá-lo. Lamentei demais essa perda.Às vezes, recebemos notícias tristes que, além de nos emocionarem, levam-nos de volta ao passado e nos trazem alegres recordações. Fiquei sabendo que o Zé Firmino o famoso “Boi Fujão” um amigo meu de infância, morreu.


Firmino foi um cara muito legal. Tinha um corpo atlético, era simpático, falante, bom amigo, aliás, muito bom amigo. Lembro-me que o conheci aos meus dezesseis anos. Certa noite, na venda do pai de Nego Luca (antigamente empório de bairro era conhecido como venda), ele entrou. Eu estava em companhia de outros garotos. Como sempre,falávamos sobre futebol. Discutíamos a respeito de quem era melhor: Roberto Dinamite ou Zico.De maneira simpática (e intrometida), ele entrou na discussão. A partir daí nos conquistou, tornando-se nosso amigo, principalmente meu e dos meus irmãos.
Toda noite, após a sessão do cine São José, aguardávamos sua presença, para participar de nossas acaloradas conversas, pois considerávamos muito suas opiniões. Aconteciam muitos papos, piadas cabeludas, gozações (ele era mestre nisso), e seu alvo mais constante era o Fuba Vei.

Jogava bola na rua, sentava conosco na calçada, ria alto com nossas piadas. Era um garotão. Por muitos anos, foi uma espécie de irmão. Bons tempos, e agora, escrevendo e recordando, a saudade aperta mais, maltrata mais e as lágrimas incomodam. O tempo, implacável, continuou passando. Passando não, voando. Cresci, casei, mudei de bairro, tive filhos. Nossos encontros rarearam. Infelizmente deixei de manter contato com ele. Algum tempo depois, fui informado por um amigo que  ele estava residindo em Natal /RN e que havia sido internado com uma doença séria. Levei um choque. Fiz contato com o hospital e fui atendido pela enfermeira que o acompanhava diuturnamente. “O senhor José Firmino está reagindo bem ao tratamento, porém não pode falar por causa da traqueotomia”. 
Continuei acompanhando à distância a evolução do meu amigo. Meses depois, consegui falar com ele por telefone. Firmino me atendeu muito contente, com a voz rouca. Trocamos palavras animadoras, motivadas, saudosas. Ele me pareceu, na ocasião, bem melhor. Combinamos um encontro para breve.

Dias depois, o triste telefonema. “Jobão o nosso amigo Firmino faleceu esta madrugada". Susto, baque, tristeza e lágrimas. Meu amigo Morreu precocemente!. Sentimentos frustrantes, impotentes, doloridos. Fui junto com amigos ao seu velório e sepultamento, que foi realizado aqui mesmo, em Campina Grande.
Algumas fotos do Firmino:

obs: o garoto encoberto e Marquinho irmão de Firmino o famoso Catita


Carnaval na AABB


Galera do São José 
Firmino esta em pé com a camisa preta

                  

segunda-feira, 26 de março de 2012

QUEM FOI CRAQUE - VADINHO CARAPUÇA

POR: JOBEDIS MAGNO DE BRITO NEVES


Falar o nome Osvaldo Pereira pouca gente saberá, mas VADINHO CARAPUÇA atacante que jogou no Everton do Bairro do São José daí sim todos saberão, pois marcou época.  

VADINHO CARAPUÇA iniciou no esporte no bairro do São José. Desde guri na Rua Felipe Camarão, já se revelando um grande talento nos seus primeiros rachas  no meio da rua e no “Galpão do Grupo” Escolar Clementino Procópio, já se destacava entre os melhores. 

O bairrismo tem lá seus aspectos saudáveis, é inegável porque nos estimulava a sonhar com feitos maiores. Valdinho sempre foi um atacante que não “maltratava” a pelota, tinha uma capacidade técnica excelente, seu posicionamento e recuperação era impressionante,  sempre esguio de cabeça erguida comandava o setor ofensivo.

Atuou também pela equipe do Trezinho, Real Campina e Atlético da Prata, Estudantes e Grêmio e jogou ntambem futebol de salão pelas equipes do Disparada e na seleção do Colégio Estadual da Prata,  nos Jogos Escolares de nossa cidade. (CONFORME FOTO )

NESTA FOTO VEMOS: LEUCIO (TRINADOR)  BETO, JOBEDIS, ERIMAR. AGACHADOS:                            LOURINHO, VALDINHO, PAULINHO E ADEMIR  

Mas foi no Everton que ele se destacou e jogou no melhor time no campeonato Suburbano de 1971 de nossa cidade. Quando pouca gente acreditava que os novatos e jovem time do Everton formado por novos valores do bairro pudessem alcançar um destaque tão grande, ai surge um ataque infernal com Tonheca, Jobão, VADINHO, Chininha e Fernando Canguru. Esses grandes craques de bola do passado foram indiscutivelmente um dos os melhores da história do futebol do time na parte ofensiva, que defenderam o glorioso Everton.

O nosso time do Everton na dedada de 70 tinha alguns jogadores “fora de serie” alguns tinham uns estilos próprios criavam algo que rompia com suas regras, e isto era tinha de mais bonito no esporte, como o homem se fascina com rompimentos de regras e limites. Se o trabalho metódico e constante leva a perfeição, com certeza esses atletas fabulosos que presenteou aos torcedores com duas medalhas de ouro nos Campeonatos Suburbanos de 71 e 73 e ficaram sempre imortalizadas em nossos troféus e esse feito ficará marcado nas nossas mentes e corações.

Fazer gols era com Valdinho mesmo. Tinha uma qualidade rara de ser goleador. Não era perfeito, mas era simples e ágil. Bola sobrando na área do adversário tomava sempre o rumo das redes impulsionado pelo artilheiro do Everton. Podia ser de “cabeça”, de pé, de canela ou de qualquer maneira. O que interessava mesmo era ver a bola na rede. Era um artilheiro eficiente.

Nosso homenageado mora atualmente em Campina e Trabalha como gerente comercial de vendas de Pneus em nossa cidade,  distante de seus saudosos fãs, mas os fanáticos torcedores da época áurea do anos 70 não esquecem deste atacante que deixou sua marca de um grande goleador.

Algumas fotos do Atleta Vadinho Carapuça:



EVERTON







                                                           VALDINHO HOJE

domingo, 25 de março de 2012

GRANDE DESPORTISTA DE CAMPINA GRANDE - BIU O FEI

POR: JOBEDIS MAGNO DE BRITO NEVES



Amigos, o Museu Virtual do Esporte de Campina Grande procura enaltecer pessoas que tiveram grande importância dentro do esporte de nossa cidade, na minha ótica, faço de coração, pois muitas vezes acompanhei de perto a maioria das história destas pessoas e nada mais justo de se fazer as homenagens, não importando o tamanho de sua contribuição ao nosso esporte, de atleta, dirigente ou abnegado todos tem sua importância no contexto esportivo e merecedores de elogios.



Digo isto porque o esporte às vezes se torna ingrato, principalmente com o passar dos anos deixamos de lembrar de muitos ex atletas ou dos desportistas que tiveram papel importante na história de nossa cidade. Falo isto em nome de uma pessoa de uma pessoa sem grandes pretensões, mas, de grande valor para o futebol de Campina Grande. Tanto esforço no passado para erguer o futebol amador de sua cidade (especialmente no Treze Futebol Clube.


Muitos atletas de futebol de nossa cidade nas décadas de 60 e 70, necessariamente passaram por Severino Alexandrino. Naquele tempo não existiam as atuais escolinhas. Severino Alexandrino ou simplesmente “Biu, o Feio” como o chamávamos, obviamente sem que ele soubesse, é uma dessas pessoas que se tornaram esquecidas.

Biu na sua simplicidade conseguia vislumbrar grandes craques. Nas divisões de base do Treze, foram seus pupilos, entre outros: Assis Paraíba, José Pequeno, Josa, Sandoval, Eliomar, Pompéia, Duda Carrapato, Cicita, Zeno, Carioca, Messias, Cicita, Peba, Ivan Lopes, Gil Paraíba, Chiquinho Alegria, Massagana, Galeguinho, Jeová, Gilmar, Nenê Cara de Rato, Batista, Som, Fernando Canguru, Carlinhos Pezão, Armando, Jairo, Mineirinho, Paulo Cezar, Fio (Celso), Dedé Lima, Edimael, Ricardinho. Quase todos os acima citados tiveram sucesso como jogador de futebol profissional e hoje são nomes conhecidos nos meios futebolísticos, especialmente da grande torcida trezeana. 

Gostaria de registrar outros ex-atletas de Biu que optaram por outras profissões: Gago, Martinho, Valdinho Carapuça, Evandro, Jobedis, Cho, Wagner, Neném, Bráulio, Juarez, Mano Manchete, Petrônio, Valdir Picanha, Simonal, Larry entre tantos outros, 

É comum encontrar Biu nas arquibancadas do velho PV de guerra ou do Amigão, esquecido de todos, assistindo partidas do Galo da Borborema, costumeiramente. O ex atleta e hoje professor da UFCG  Bráulio Maia Junior (hoje diretor do CCT e canditado a Reitor) tirou duas fotos do mesmo,tendo uma em companhia do atleta falecido Josa e enviou por e mail para o museu, confoeme fotos abaixo. 

Hoje é muito difícil aparecer outro desportista como Biu, pois ele era treinador das divisões de base, conselheiro para muitos jogadores da época na equipe do Treze,  ele foi: Roupeiro, massagista, cozinheiro, roupeiro e zelador do velho e teve uma época que era a pessoa que respondia tudo no Treze. 

Para minha surpresa soube que o Biu não é aposentado, por falta de uma declaração do Treze do tempo que passou servindo a galera alvinegra. Gente vai corrigir este descaso por quem tanto fez pela nação alvinegra. 

fotos de Biu:




Fonte pesquisada:



COLUNA DO INTERNAUTA

06/11
Caçador de talentos “Biu, o Feio”


Por Braúlio Maia Júnior* 



http://www.agoraesportes.com.br/html/noticia.asp?not=5272 






sábado, 24 de março de 2012

PERSONALIDADE DO ESPORTE - MESTRE

POR: JOBEDIS MAGNO DE BRITO NEVES


Falar o nome Antonio Gomes pouca gente saberá quem foi, mas “Mestre”  o ex-jogador e dirigente de alguns times de peladas do bairro do São José do passado de nossa cidade daí sim todos saberão, pois marcou época e fez sua história vestindo não só a camisa da equipe Everton mais as cores da Portuguesa e Juventus e tornou o time do Everton forte equipe da nossa cidade. 

Quem foi atleta ou torcedor do passado de Campina Grande lembra "Mestre", pessoa do mais alto gabarito, pessoal e profissional. Foi atleta de alguns times do bairro do São Jose e assumiu a presidencia da Portuguesa e fez um trabalho elogiado por todos. Depois ajudou a fundar o Everton e foi o vice presidente na fundação do Clube. Foi um baluarte do futebol e esporte no bairro do São José. Símbolo de competência aonde atuava, pois era e ainda é um homem inteligente que sabe tirar lições em tudo e mantém um circulo de amizade invejável. 

Trezeano apaixonado, foi lutador, estudante nato, atleta (foi até jogador de Water Pólo nos jogos Universitários pelo time da Face dirigido pelo “Treinador” João Mario pode? Que será tema de um futuro pôster), trabalhador irrepreensível e admirado, se no dicionário " saudade " é a lembrança triste e suave de um bem passado a lembrança do  velho jogador abridor de defesa  " Mestre " será sempre de alegria pois foi uma pessoa que marcou sua vida pela qualidade e sempre primou pela família, trabalho e amigos. Seus colegas ainda guardam na lembrança as suas piadas, os testamento do "Judas" e suas tiradas inteligentes que alegrava festas e reuniões.

Ser agradecido é sinônimo de ser alegre, pois ficamos felizes e agradecidos de você nos ter tido como amigo e também fundador do Grande Everton e nunca esqueceremos suas brincadeiras e seu coração cheio de alegria. Grande amigo sempre prestigia as festas de fim de ano junto a amigos do bairro.

Algumas fotos do “abridorde defesa” Mestre:







sexta-feira, 23 de março de 2012

GRANDE PERSONALIDADE CAMPINENSE - RONALDO SOARES

POR: JOBEDIS MAGNO DE BRITO NEVES

Existem pessoas que, mesmo sem perceber, fazem parte da vida de muitas outras, influenciando-as positivamente e gerando emoções e alegrias que marcam profundamente alguns períodos de suas vidas. Certamente, uma dessas pessoas é o talentoso cantor Ronaldo Soares. Por muito tempo, ele foi o cantor do excelente grupo musical de Orgírio Cavalcanti que reinou absoluto e com enorme sucesso e credibilidade na cidade e por todo o Nordeste, fazendo apresentações e shows com extrema qualidade e competência. 

Ronaldo também cantava os sucessos dos antigos carnavais nos bailes carnavalescos de saudosas memórias de nossa cidade.   Propor cionando a mim e a milhares de campinenses, momentos de extrema felicidade e alegria, principalmente nos bailes de carnaval no Clube da AABB e nas famosas “Tertúlias do Campinense”.

Eu era fã incondicional do conjunto de Orgirio Cavalcanti e do cantor Ronaldo Soares acredito que todos os amigos da época também, quando assistia, às suas performances como cantor. O Ronaldo levou o titulo da A voz de Ouro ABC. Foi um premio que ganhou como umas das mais belas vozes do Brasil.

Extremamente tímido e humilde, Ronaldo relutou um pouco em me conceder esta pequena entrevista, talvez sem se dá conta da sua grande importância para a cultura da nossa cidade e para a vida de milhares de campinense  que, debaixo dos acordes da sua voz, viveram momentos inesquecíveis de amor e felicidade. A todos os integrantes do conjunto de Orgirio e a ele, em particular, o meu respeito, admiração e agradecimento por tudo. 

Valeu! 

Algumas fotos de Ronaldo e do Conjunto de Orgirio Cavalcanti:


                                             Ronaldo rapaz


                                               Ronaldo, Gilvani (in memorian) e Carlinhos



Conjunto de Orgirio Cavalcanti






segunda-feira, 19 de março de 2012

CANTINHO DA SAUDADE - VADO AGRA

POR: JOBEDIS MAGNO DE BRITO NEVES


Como é bom lembrar-se dos bons jogadores e dos  grandes jogos do passado, quando adolescente eu não saia dos campos de futebol, as praças preferidas era o extinto campo do Plínio lemos e campo do Treze o PV. Tinha  vários atletas daquele tempo que era bonito de se ver jogar, mais teve um que tratava a bola com fino trato, sempre de cabeça erguida, não errava passe e organizava sua equipe, digamos aquele que dava o padrão de jogo,  aquele que quando a bola passava nos seus pés, com certeza saia uma bela jogada. Foi  um dos melhores jogadores que vi jogando. Foi este grande desportista que estou homenageando aqui no Museu e que marcou época, o saudoso Edivaldo Montenegro Agra. O querido Vado Agra de saudosa memória. 

Hoje reverencio com todo o prazer VADO AGRA, como ficou conhecido na década de 60 em nossa cidade. Participou ativamente no esporte amador de nossa cidade jogando em diversos clubes com destaques no: Vera Cruz, Raposinha, Pio 11, Banco Magalhães Franco, pelo time de futebol de salão chamado de Russia e no Everton do bairro do São José 

Não só no futebol de campo teve destaque, participou com dirigente da nossa liga de futebol, também fez parte de varias equipe de futebol de pelada da cidade, sempre mostrando qualidade. Com breve passagem por nossa comunidade no bairro do São Jose como atleta do Everton. Depois foi treinador do time do Boa-vistense com os jogadores de maioria da equipe do Everton, garimpando jovens talentos e revelações para o mercado do futebol profissional da cidade. 

Como cidadão Vado Agra foi funcionário da Celb, Atecel, Telingra e em todas as áreas que atuou sempre se dedicou e mostrou competência, por isso recebia estes convites para assumir diversos cargo na nossa cidade.

Nosso amigo se foi, mais deixou sua marca que mantém até hoje, que é seriedade, competência, honestidade e dinamismo e nos só temos que agradecer a esse desportista, pois no seu pequeno estágio que esteve conosco nos ajudou e deu sua parcela de participação para o crescimento de nosso esporte. E as pessoas com qual teve maior convivência lembram ele com muito carinho, e a mim ficou a lembrança de um grande jogador, amigo e grande treinador o qual me orgulho de ter o mesmo como treinador na minha carreira.

Algumas fotos do nosso homenageado:









domingo, 18 de março de 2012

MEMÓRIA ESPORTIVA - TIME DO BANGU

POR: JOBEDIS MAGNO DE BRITO NEVES


Voltando ao tempo, mais uma vez, podemos fazer uma reflexão daquele momento lírico, ingênuo, romântico e sem muita violência em que vivíamos.

Recordamos, portanto, do fundo do baú, esta relíquia de retrato do arquivo pessoal de João Mario, exaltando o time do Bangu de nossa cidade da decada de 50.

O time do Bangu sempre foi competitivo e estava sempre aprontando pro rumo dos adversários mais famosos de Campina Grande.

Podemos reconhecer por aí o grande desportista Lamir Mota, quando participavam daqueles antigos torneios amadores que se disputavam na “Rainha da Borborema” do passado. Os outros atletas o internauta podem visualizar os nomes dos mesmos.
O time do Bangu sempre foi competitivo e estava sempre aprontando pro rumo dos adversários mais famosos de Campina Grande.


Não entendemos o por quê, não consegue mais revelar craques  como no passado. Temos talentos de sobra dentro de casa, mas como e qual seria a fórmula mágica de se resgatar esses novos craques?

sexta-feira, 16 de março de 2012

RETRATOS DO PRESENTE DE CAMPINA GRANDE

POR: JOBEDIS MAGNO DE BRITO NEVES




Longe de mim querer causar polêmica, mas como bom campinense não posso ser omisso e preciso tecer alguns comentários sobre a atual situação da nossa querida “Rainha da Borborema”. Agora nas férias fiquei na nossa cidade, matando a saudade e revendo amigos la no Calçadão da Cardoso Vieira (conforme foto). Nas minhas andanças pela cidade vi coisas boas e ruins. Relatarei aqui algumas boas notícias, outras muito indesejáveis. 

Comecemos pelo lado bom. Campina Grande usufrui do excepcional desempenho da economia brasileira, proporcionada pela grandes industriais da cidade e as excelentes universidades que possui.

Mesmo com os efeitos das centenas de novas construções pela cidade, bem como nas imediações do Açude Velho e do bairro do Catolé e Prata, conforme fotos abaixo:




Demonstram o desenvolvimento e a sensível melhoria da condição financeira dos habitantes da cidade. Casas de campo com piscinas, próximas da nossa cidade, com casas belíssimas em vários bairros, grandes e modernas lojas sendo construídas ou reformadas e muitos carros novos e luxuosos pelas ruas demonstram a força do desenvolvimento da cidade. 

Outro ponto positivo e que merece aplausos é a conscientização de empresários de investir em tecnologia e em espaços amplos e instalações bem estruturadas e e restauração  do Parque do Povo.

Quanto às possibilidades no setor de bares e restaurantes, discordo de alguns amigos que dizem não haver opções em Campina Grande. Entendo estar a cidade, razoavelmente, bem provida de opções para todos os gostos. Vejamos: pode-se comer uma saborosa pizza na Sappore ou ainda na Pizzarella na Treze de Maio. Se preferir uma deliciosa carne do Sol, há o Restaurante do Manoel da Carne de Sol ou o Tabua de Carne. E há outras opções no Restaurante do Bar do Cuscus. Se optar por uma comida caseira de excelente qualidade, é só ir ao Restaurante do Caju ou uma espetacular galinha de capoeira  com feijão verde ou uma boa buchada de bode no Restaurante o Mororó? E a enorme quantidade de boas lanchonetes que oferecem sanduíches de ótima qualidade? E os deliciosos  caldos de peixe de Ferreira? Ou os espetinhos do Bob Espetinho ou um Galeto na Brasa na Cabana do Gino? Tem possibilidades para todos os gostos, basta procurar.

Algumas coisas que não gostei do que vi:

Um grande  problema que eu acho é a falta de preocupação com a memória da história da cidade. Se temos que ficar contentes com as novas construções, também temos que nos preocupar em ver os nossos velhos prédios históricos desaparecendo rapidamente da paisagem, apagando a nossa história. O antigo Clube Flamengo de Zé Pinheiro,  o Ginásio Cesar Ribeiro, o Forrok estão em ruínas,  uma pena.

Outra aberração acontece no transito de nossa cidade com um numero muito grande de mototaxistas, (foto) que há muito tempo dificulta as necessidades da população. 


Não há mais espaço para tantos no centro de nossa cidade, tornando uma tarefa praticamente impossível caminhar nas ruas.

O asfaltamento de várias ruas, principalmente nos Bairros, também merece ser comentado, pois as mesmas apresentam muitos buracos (foto abaixo). 


Foto de Claudio Góis


descasos mais explícitos estão sofrendo os prédios históricos. O município já completou um século e meio  de existência e acumula razoável número de construções antigas.  Parte deste acervo, que compõe o patrimônio arquitetônico, são os prédios pertencentes ao estado, município ou famílias. Mas, o tempo passou e estes prédios, que antes tiveram uso e importância, hoje se encontram sem cuidados.

O Plano Diretor do município, “adormecido em berço esplêndido”, previa o tombamento de mais de 60 prédios, que representam a história arquitetônica de Campina Grande . Os casarios  e outros prédios com características coloniais faziam em parte desta seleção, que contam parte da nossa história. Cabe agora aos poderes cumprirem seus papeis. A Câmara Municipal devia apresentar Projeto de Lei determinando a preservação destas relíquias. A prefeitura deve acatar com rigor a aplicação das garantias legais.

Silenciosamente, Cine Capitolio perdeu todo o seu forro e telhado . Esta mudança expõe insensibilidade dos gestores locais.  Bastava investir em profissionais capacitados e a restauração estava garantida.Descasos mais explícitos estão sofrendo os prédios históricos. 

O Plano Diretor do município, “adormecido em berço esplêndido”, previia o tombamento de mais de 60 prédios, que representam a história arquitetônica de Campina Grande.. Os casarios e outros prédios com características coloniais fazem parte desta seleção, que contam parte da nossa história. Cabe agora aos poderes cumprirem seus papeis. A Câmara Municipal deve apresentar Projeto de Lei determinando a preservação destas relíquias. A prefeitura deve acatar com rigor a aplicação das garantias legais.

O que se vê nas ruas, nos bares e nos clubes é o absurdo de carrinhos de son tocando musicas em som alto de axé e do brega, com suas letras obscenas e não muito inteligentes. E o pior, em altíssimo volume. Você é obrigado a ouvir a música que os caras gostam, na marra. Não há escapatória. Ninguém merece! Mas tudo bem, um dia a coisa muda, só nos resta esperar.

Por fim, gostaria de esclarecer que toda essa minha explanação é de uma opinião bastante particular,  ficando todos os descontentes totalmente livres e à vontade para tecer as suas críticas e discordâncias, espero que com respeito e educação. Espero seus comentários. Participem!