segunda-feira, 6 de agosto de 2012

GRANDE DESPORTISTA - ZÉ SANTOS

POR: JOBEDIS MAGNO DE BRITO NEVES


José Raimundo dos Santos Júnior, nasceu em Campina Grande em 1944, é o quinto filho de uma família de doze irmãos. Casado com D. Célia tem três filhas, e quatro netos. O Super Zé, como popularmente é conhecido em nossa cidade foi supervisor dos principais clubes de futebol da Paraíba.

Em 1968, deu início a sua carreira no Campinense Clube, onde participou das principais conquistas rubro-negras no período de 1971 a 1975, quando a equipe raposeira ergueu seu penta campeonato estadual. Em 1976 a 1978, esteve à frente do famoso tricampeonato do Botafogo de João Pessoa, mas, foi na equipe do Treze entre 1981 a 1983, que José Santos se transformou em Super, ao dar ao alvinegro o seu inédito e até hoje não igualado tricampeonato Paraibano.

Mas tudo não acontece por acaso, por isso congratulo e aplaudo essa pessoa valiosa, pois acompanhei o sacrifício que Zé Santos encontrou nessa sua empreitada como dirigente do esporte em nossa cidade. 

Chegou ao Campinense desconhecendo os atletas, mas devagarzinho formou sua primeira equipe e ajudou esta agremiação a ser diversas vezes campeão do estado.

Eu conheci José Santos quando recebi convite para fazer parte da equipe do Campinense de futebol de salão e do raposinha no futebol de campo, com jogadores importantes como Chó, Nego Gilson. Marcilio Soares, Geraldo Leal, Hugo, Mago Luciano, Wagner, Valdir Ventinha e muitos outros na sua maioria grandes jogadores. Este time foi muitas vezes campeão da cidade e o raposinha campeão invicto do ano de 1973 (conforme foto abaixo):

                                                   Bi Campeão

                                            Tri CAMPEÃO DA CIDADE
 Nesta foto Vemos; Chó, Luciano Sodre, Jobedis, Geraldo leal, Carlindo, Alberto Queiroz, Mauricio Almeida e ZE SANTOS. Abaixo: Lima , Marcilio Soares, Nego Gilson, Giotto, Wagner, Valdir Tome e 18. 

Com um grande plantel onde se destacavam o editor deste museu, o Gleriston, Zé Almeida, o goleiro Beron, Shel, Juarez, Tanda entre outros. 

O que me surpreendeu na época foi à estrutura e a organização desta equipe, alem de um grande ginásio para treinamento o Cesar Ribeiro tinha ajuda de custo para minha faculdade.

Zé Santos na sua vida profissional foi supervisor de diversos times de futebol de nossa cidade e do estado da Paraíba. Hoje em dia está afastado do esporte, mas não se esquece de suas passagens nas equipes que dirigiu sendo varias vezes campeãs em varias categorias sendo no futsal ou no futebol de campo sempre teve orgulho dos seus feitos. 

Cada dirigente tem sua dimensão dentro do esporte e Zé Santos o Super Zé sabe o que fez e sente prazer em relembrar e compartilhar com seus amigos as imagens estampadas nas fotos aqui postadas. 

Hoje Zé Santos é aposentado por tempo de serviço e a partir daí está desenvolvendo uma atividade rural com certa tranquilidade numa idade onde se precisa de mais descanso e a luta continua nessa realidade, do futebol só está sabendo apenas pela imprensa, no rádio e na televisão.

Parabém grande Zé Santos por tudo que você fez pelo esporte de nossa cidade e por colocar suas imagens a disposição dos esportistas de nossa comunidade.

Outras fotos de Zé Santos como supervisor e desportista:

                                           ZE SANTOS NO CAMPINENSE


                                 ZE SANTOS NO TREZE



                              























        

8 comentários:

gledes emerenciano de melo disse...

Além de atleta, Zé Santos era excelente dançarino. Nas Tertúlias do Campinense ele dava show!!

Jonas Didi disse...

Amigo Jobão,

Zé Santos...considero uma pessoa de talento e que fez sua lição de casa, merece ser homenageado
também por ter sido uma grande incentivador no meio desportivo em Campina Grande, joguei no
Raposinha em 1974 e tive o prazer de conhecer bem de perto suas façanhas, gostava de chegar bem
perto da gente e dizer alguma coisa para alertar, incentivar e dar uma motivação a mais.
Amigo Zé Santos nunca me esqueço...quando fui jogar pela primeira contra meu irmão Batista que era
nesta época goleiro do Trezinho, vc me chamou (nem precisou falar alto.."moco eu" mais..esperto eu:
Jonas didi, Batista é seu irmão..e agora?..eu respondí... " irmão só lá em casa"...Ciquilho (depois "Porto",)
bate o escanteio, eu pulo... cabeçada fulminante..golaço,o negão até hoje tá procurando a bola, minha Mãe ficou sabendo... ou surra danada que levei,
que lembrança heim amigo.

Que Deus te proteja amigo,
Forte braço, Jonas didi...

JOÃO MARIO disse...

Conheço Zé Santos desde quando éramos "bigodete",(Vadinho conhece bem essa palavra).
Zé foi de fato um vitorioso na sua vida esportiva. Com certeza foi quem primeiro organizou uma diretoria de futebol em nível de inscrição de atletas, estatistica de cartões levados etc.
Varias vezes campeão pelos principais clubes da Paraiba. E no meu entender, quando a diretoria do TREZE tendo á frente o diretor de Futebol Petronio Gadelha o levou para fazer parte da diretoria de futebol como supervisor no inicio de 80 foi o começo da profissionalização própriamente dita do departamento de futebol. Foi o inicio do tri campeonato brilhantemente ganho pelo TREZE !
Parabens amigo Zé! De fato voce faz parte com meritos da história do nosso futebol !

Anônimo disse...

José Santos, anjo e demônio.Anjo para quem estava prestando seus serviços.Demônio para os adversários.Conhecedor profundo dos estatutos de campeonatos e de coisas não tão corretas afins.Conseguia reversões e evitar muitos revés a quem o tinha como supervisor.Trabalhou nos três grandes clubes da Paraíba.Deixou um legado de bons serviços ao futebol da Paraíba.
Justa homenagem.
João,"bigodete", era o adjetivo de ordem naqueles tempos idos.Você é uma "enciclopédia",vivenciou todos os momentos daquela época.
Abraço
Vadinho

Anônimo disse...

Certa vez no Restaurante do Português , ou Miúra, tive o prazer de " discutir " com Zé Santos. No domingo seria realizado o jogo entre Treze e Campinense. Zé Santos, supervisor do Campinense, disse: Só vai dar Campinense, o Juiz da partida nós já escolhemos, está aqui neste papel, em minha mão. Como bom trezeano, duvidei e pedi-lhe que mostrasse o conteúdo do papel, não mostrou. O Certo é que, a partida terminou vencida pelo Campinense, 2X0, dois gols de penalties. Como diria, Humberto de Campos, " Mais não disse e nem lhe foi perguntado ". João Mario, "bigodete", tu és do tempo da Calçadeira?

JOÃO MARIO disse...

Sou sim !
Sou não sou Anônimo !!!! kkkkkkkkk!

pedro aurelio - pedrinho disse...

Fui contemporãneo do Super Zé nos anos dourados de 60/70.Êle como supervisor era mais temido pelos adversários do que os jogadores do seu time. Era um grande frequentador das tertúlias do Campinense. Um homem de bem.

Anônimo disse...

Jussara Santos Filha do Super Zé,
Anos dourados, ninguém até hoje conseguiu fazer os feitos que o Super Zé fez, no Campo, nos Bastidores, nas Federações, como Diretor, Supervisor, Técnico, temido, porém, amado, onde passou deixou títulos e muitos amigos, grande orgulho. Logo, logo, saíra um livro com todas as histórias vividas por Super Zé no futebol, aguardem.

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