quinta-feira, 11 de julho de 2013

DE VOLTA PARA A SAUDADE – COLÉGIO ESTADUAL DA PRATA - O GIGANTÃO

POR: JOBEDIS MAGNO DE BRITO NEVES

Durante  longos anos ( de meados da década de 60 ao começo da década de 70), no auge da ditadura militar, estudei no Colégio Estadual Prata,  o querido “GIGANTÃO. Naquela época, antes do ginásio havia necessidade de fazermos "admissão", e somente após isso teríamos o direito de cursar a primeira série do ginásio.


O que dizer do lugar onde passei bons anos da minha vida? Quem estudou nessa época certamente vai recordar muita coisa. Digo que fui muito feliz neste colégio maravilhoso! Lá conheci amigos e fui acolhido por professores e funcionários sem iguais: Uns amorosos, dedicados e outros popeiros mas preocupados com a efetiva formação de cada aluno.

Sinto muitas saudades deste Colégio, passei ótimos momentos, conheci pessoas maravilhosas e cresci muito com o aprendizado adquirido. Tenho realmente muita saudade do Gigantão, grande espaço, ótimos professores, um campo de futebol bem na frente dele, outra quadra de futebol de salão/basquete e uma de vôlei na areia ao lado e aquele muro gigantesco!

Toda a minha adolescência (nem se usava o termo na época) e juventude está ligada ao Gigantão. Em meados dos anos 60 fiz o curso de Admissão que ficava longe de casa. Eu do São José até o final do bairro da Prata onde ele estava edificado, andava a pé passando pela final da Rua São Joaquim até onde ficava o colégio.


Estudei desde meados dos anos 60 ate o começo dos anos 70. Fiz o curso de Admissão que ficava longe de casa. Eu ia do bairro do São José até o final do bairro da Prata onde ele estava edificado, andava a pé passando pela final da Rua São Joaquim até onde ficava o colégio.
Toda a minha adolescência (nem sei  se usava o termo na época) e juventude está ligada ao Gigantão. 


O Gigantão foi muito importante em minha vida. Freqüentei durante sete anos suas salas, seus corredores, sua quadra de Educação Física, suas escadarias, seus pátios e recreios, seu auditório e sua cantina (tanto antes das aulas como no recreio o local mais freqüentado era a cantina, do colégio, onde corriam as fofocas e paqueras). Era comandado pela família do Professor Suassuna, depois era a quadra de esportes ou o campo de pelada com muitas "rodinhas" de alunos para “brechar" as alunas de educação Físicas.


Quanta saudade, de tudo! Só tenha a agradecer por todos os ensinamentos recebidos. Lembranças do tempo de atletas de alguns esportes para disputar os jogos colegiais de Campina. Lembranças das aulas de educação física com os Professores onde aprendi todos os esportes (lembro das corridas às 6 horas da manhã).


Hoje é um bairro com boas casas, com grande comércio e muitos hospitais, edifícios com um movimento grandioso conforme foto abaixo , onde mostra o ginásio construído perto da primeira entrada):

                                                               Foto de Edmilson Rodrigues do Ó

Esse bairro na nossa época era servida por apenas uma  linha de ônibus (de Genésio Soares) com seu brabo motorista “Taba Lascada”,  que ia despejando os alunos perto da  porta do Colégio e depois das aulas  ia recolhendo-os numa constância que hoje relembramos com saudades.

Aos poucos os alunos iam chegando, uns vagarosamente, outros apressados, outros ainda comendo algo, livros caindo, a menina se penteando, o jovem arrumando o topete, pois o sinal acabou de tocar e todos tinham que se perfilar no pátio do Colégio para entrar,  enfileirados, um atrás do outro, as meninas moças na frente e os marmanjos atrás, tudo isso sob os olhares dos inspetores de alunos (Divanice, Teodomiro, Manga Rosa,  entre Outros) e às vezes sob o olhar severo e penetrante do Diretor (neste época) Assis Martins, diretor temido, quase não falava, ou seja, falava com o olhar, sempre de terno, que lhe dava um ar de mais seriedade.

Era um diretor que fazia sua ronda escolar, andava em torno das salas de aula, corredores para inspecionar por si só para ver se flagrava alguma indisciplina de alunos, e sempre pegava alguém, e a suspensão era inevitável. Dirigiu o colégio até os anos de 1972, quando foi promovido (era Juiz de Direito) para uma outra repartição.

Ao tocar o sinal, todos os alunos iam para o pátio coberto fazer a fila de entrada com a cadernetinha aberta na mão para ser entregue na porta de entrada um a um e íamos depositando numa caixa com os olhares de outra inspetora de aluno (Dona Eulâmpia França (Lampinha). Após todos entrarem na sala de aula, as caixas com as cadernetas iam para a secretaria para serem carimbadas (CONFORME FOTO)
Só na última aula um inspetor ia levá-las na classe para serem distribuídas pelo líder de classe, isso evitava muito a “gazear as aulas” de aula ou escapadas na hora do recreio.

Como em todos os colégios de qualidade, tinha os brincalhões, os tímidos, os mais inteligentes ou mais “cdf”, os mais Caxias, os que gostavam de entrar na segunda aula, enfim, os que colavam gente de todo tipo, porém uma coisa era fatal: a rigorosa disciplina na maioria das aulas.

Quanto à educação física, tínhamos os experientes e dedicados preparadores físicos "Major Brito e Rafael, Brilhante, Audirio Nogueira, Lula Cabral, Cidilene,  entre outros. O nosso colégio tinha grandes atletas em todas as mdalidades por isso ganhava todos os jogos Ginásios/colegiais, nos treinávamos muito, conforme o jogo saíamos da aula mais cedo para a partida em outro colégio ou clube.

Como em qualquer colégio tinha as famosas rodinhas, mas sempre vigiadas, pelos inspetores. Minha turma era formada por muitos colegas, tinha a turma do futebol, a turma do estudo,os  cdf, a turma da paquera, cinema e havia tempo para tudo.

O Colégio Estadual da Prata e seus colaboradores (desde serventes aos professores) foram, sem dúvida, parte importante na minha formação, não só profissional, mas também de caráter. Colégio que nós ensinou não só as matérias dos colégios convencionais, mas também as que nós ensinaram a viver, a passar os obstáculos, a aprender que um colégio como o Gigantão não foi um grande só aprendizado para o vestibular, mas sim um aprendizado para a sobrevivência, para a vida toda. 

Nunca esquecerei o que passei: as olimpíadas estudantis, as aulas dos profs. Suassuna, D. Doziart, Raimundo Gadelha, Catatau, e de outros igualmente maravilhosos... Nossas paqueras, festinhas, aulão para o vestibular no auditório, etc., etc., etc. Foi sem dúvida uma época inesquecível e que com certeza contribuiu muito para a pessoa que hoje sou. Agradeço ao Colégio e sua equipe pela excelente formação do cidadão em todos os aspectos da vida.

Algumas fotos de alunas e atletas do grande Gigantão:







                                          GRANDE CORREDORA







Banda do Colegio




Outras histórias e comentários vocês podem acessar no site do Colégio. 

http://www.colegiodaprata.xpg.com.br/

19 comentários:

Luzinete Agra disse...

Parabéns Jobedis Magno isso é que é postagem , condizente com a finalidade do grupo! Postagem sensacional!!!!!!

Lourdinha Meira Macedo disse...

Eu amei essa postagem, pois estudei dois anos do segundo Grau ( na época Clássico) no colégio Estadual da Prata e tinha um medo tremendo de Divanice.

Luzinete Agra disse...

Eu também, fiz os dois primeiros anos do pedagógico lá. Tempo bom, sem malícia!

Anônimo disse...

Meu nobre amigo Jóbedis! foi por acaso que nos encontramos recentemente (junho/2013) em um dos portões que dá acesso ao Maior São João do Mundo! Você, junto com sua esposa e filha! Você foi longe nesta reportagem meu amigo! resgatastes tudo e toda história vivenciada no Gigantão que eu queria externar. Foi de lá onde saiu nossa querida Elba Ramalho, conhecida no mundo inteiro; foi lá em que Luiza Erundina, ex-prefeita de São Paulo estudou; foi de lá que saiu uma Miss Paraíba (Kalina Lígia), irmã de minha grande amiga Verônica Vilauba Nogueira Dutra que hoje reside aqui em Brasília; saíram juízes, promotores, jornalistas, políticos, fora os anônimos que até hoje fazem história e brilham com seu profissionalismo por este Brasil afora! não posso esquecer também de você que fez muito sucesso nas quadras, do meu grande amigo Fernando Kangurú que destacava-se em todas as modalidades desportivas com direito a quadra lotada de alunos que gazeavam aulas escondidos, entre êles, EU! Aos seus comentários, somo aqui os inspetores "Bento Bocão" (esposo de Socorro "mãezinha"); o Bento gostava muito de ficar na "pronta entrega", dedurando a gente quando ia "visitar" o castelo mal assombrado quando chegávamos com as meias cheias de carrapichos nas salas de aula! Divanice? como nós a temíamos, mas, era uma verdadeira disciplinadora impunhando sua autoridade de profissional brava, porém, primava pela ordem no colégio. Meu amigo, estive recentemente no Colégio Estadual da Prata, visitei locais que jamais imafinava! fui até a sacada do auditório (e o medo de cair lá de cima!), sala dos troféus, muitos "enferrujados" pelo tempo! ví nossa bandeira de veludo verde que significava o Pavilhão nos desfiles de 7 de setembro! fiquei decepcionado ao saber do desaparecimento dos instrumentos da nossa Banda Marcial, de fotos de alunos ilustres, medalhas, troféus e outros documentos confiscados...... JÓBEDIS, não (vou) para por aqui, tenho muito que comentar sobre nossa época bem vivenciada alí com as fardas cáqui e branca com as listas verdes, quer sejam nas saias, calças, mangas e ombros, sem contar com as estrelas dos Clássico e Científico, nosso orgulho em galgar mais uma série a caminho das Universidades (Furne e UFPB, além de outras do Brasil). Grande abraço direto de Brasília. Everaldo.

Berenice Guimaraes Figueiredo disse...

QUE MEMÓRIAS O GRANDE GIGANTÃO DA PRATA. FICO FELIZ DE TER PARTICIPADO DESTA HISTÓRIA, ESTOU AI NO TIME CAMPEÃO DE TENIS DE MESA NOS ANOS 70. QUE SAUDADE.
há 13 horas · Curtir

Lourdinha Meira Macedo disse...

É verdade Luzinete Agra, eu era meio espantada, poi vinha do Colégio das Damas, assim como vc e tinha medo até da sombra dos inspetores.

Everaldo José Silva disse...

Amiga Lourdinha Meira Macedo, e, quem não tinha medo da "Diva"? kkkkkkkkkkk quando botava as mãos "nos quarto", chamando-nos de covardes!!!! kkkkkkkkkkkkkkk

Alana Dias Mendes disse...

Uma retrospectiva maravilhosa!!

Everaldo José Silva disse...

Isso mesmo amiga Alana Dias Mendes! não parei por aí. Meu texto saiu muito longo, mas, ainda terei que lembrar de muitos amigos e de momentos que ainda me lembro! sso mesmo amiga Alana Dias Mendes! não parei por aí. Meu texto saiu muito longo, mas, ainda terei que lembrar de muitos amigos e de momentos que ainda me lembro!

Suely de Brito Morais disse...

Parabens Jobedis grande astro do nosso gigantão idolo de muitas meninas, Bom dia, sou ex-aluna do Colegio Estadual da Prata e também nasci em Campina Grande até meus 17 anos, parte da família do meu pai continua morando ai na nossa Campina. Estou passando por aqui, para agradecer a todos meus professores pelo carinho e dedicação que me ensinaram até osegundo colegial (era assim que chamávamos na época). Grandes professores como os citados na sua homenagern e depois vieram diversos outros que eu também não esqueço, e como não tenho mais contato com minha turma e nem com meus ex professores estava procurando algum site e encontrei esta beleza do Museu do Esporte de Vampina Grande! Hoje estou morando em Vinhedo, região de Campinas/SP. Me formei na PUC Campinas. Fiz Pós na Unicamp e estou seguindo minha vida profissional por aqui, claro devo muito aos professores do Gigantão eles por tudo que sou hoje!!!

Anônimo disse...

OS 60 ANOS DO ESTADUAL DA PRATA

Benedito Antonio Luciano

No dia 11 de junho de 2013, foi realizada na Câmara Municipal de Campina Grande - PB uma sessão especial em homenagem aos sessenta anos de fundação da Escola Estadual de Ensino Médio e Profissionalizante Dr. Elpídio de Almeida, mais conhecida como Colégio Estadual da Prata, uma referência ao bairro onde está localizado. A propositura foi do vereador Miguel Rodrigues, ex-aluno e professor do referido educandário. No plenário da Câmara, as presenças de alunos, ex-alunos, professores, ex-professores, ex-funcionários e atuais diretores.
De acordo com registros históricos, o Colégio Estadual da Prata teve a sua construção iniciada, em 1947, na gestão do governador Osvaldo Trigueiro. Por se tratar de uma obra de grandes dimensões, ela só foi concluída e inaugurada no governo de José Américo de Almeida, em 31 de janeiro de 1953, com o nome de Colégio Estadual de Campina Grande.
Na abertura da sessão na Câmara Municipal, o autor da propositura fez uso da palavra de forma emocionada, ilustrando a sua fala com fotografias e a farda (calça e camisa) de seu tempo de estudante no famoso Gigantão da Prata, onde ele teria iniciado a sua trajetória política, participando do movimento estudantil. Depois do pronunciamento, de pé, os presentes ouviram a execução do registro sonoro do hino do Colégio Estadual da Prata, composição poética de Vicentina Figueiredo Vital do Rêgo e composição musical de Dalvanira de França Gadelha Fontes.
Na sequência, fizeram uso da palavra diversos oradores, dentre eles ex-professores e ex-alunos, a exemplo do autor deste texto, sendo concedidos três minutos para cada um dos oradores.
Embora três minutos seja um tempo exíguo, falei de improviso, reportando-me às minhas memórias como aluno do Colégio Estadual de Campina Grande. Lembrei que meu acesso àquela instituição de ensino se deu mediante Exame de Admissão, realizado entre os dias 8 e 11 de fevereiro de 1966. Naquela oportunidade, foram matriculados 218 alunos, tendo sido aprovados 138 e reprovados 80. O exame constava de quatro provas: Português (eliminatória), Aritmética (eliminatória), Geografia e História. Uma vez aprovado, matriculei-me no primeiro ano ginasial, turma E, turno da tarde.
Falei do respeito aos professores, da qualidade do ensino, da emoção de ter participado dos jogos estudantis e das medalhas conquistadas como atleta de futebol de campo e futebol de salão, entre os anos de 1966 e 1972: quatro anos de curso ginasial e três anos do curso científico. Como esquecer esses jogos, se as medalhas estão guardadas numa caixa e as lembranças na minha memória? Como esquecer a minha participação, como pintor, na I Semana de Artes Plásticas do Colégio Estadual da Prata, realizada em outubro de 1971? Como esquecer o laboratório de ciências e o ambiente silencioso da biblioteca? Como esquecer a participação do colégio nos desfiles de 7 de setembro e nas aberturas dos jogos estudantis? Como esquecer as salas de aulas, as escadarias, o auditório, o campo de futebol e a quadra? Como esquecer a farda com suas listas verdes, identidade perdida nos dias atuais?
Rememorando, terminei a minha fala, saudando o Colégio Estadual da Prata pelos seus sessenta anos e agradecendo aos que construíram e continuam tecendo a sua história. Pois são com os retalhos da memória que a tessitura da história é urdida.

O autor é professor dos cursos de graduação e de pós-graduação em Engenharia Elétrica da UFCG.
Artigo publicado em SUAS NOTÍCIAS, Porto Velho – RO, em 22 de junho de 2013.

Francisca Avelino Gonçalves disse...

Jobedis
Primeiramente parabéns pelo site, muito bonito, muito bem organizado...Fui aluna do colégio e hoje me sinto orgulhosa e agradecida por todo conhecimento adquirido nesse Golégio...e é sem dúvida muito bom matar um pouco das saudades e conhecer a historia desse pelo colégio em nossa cidade e no nosso estado, podem ter a certeza que depois de navegar horas nesse Museu sai com muito mais orgulho de ter feito parte da historia do nosso "Gigantão da Prata".
Ao organizador e grande atleta do passado Jobão meus sinceros parabéns pelo trabalho desenvolvido.

Anônimo disse...

Amigo Jobedis!
Depois de ver e ler tudo isto aqui postado,veio em minha memória tudo
que passei neste maravilhoso Colégio.Lembranças que jamais serão apagadas da memória não só minha mas,de todos que por ali passa-
ram.Hoje amigo,só nos resta agradecer a vc por tudo que tens feito em
prol de todos nós.Obrigado!

Anônimo disse...

Realmente temos muito que agradecer , aos professores, diretores, e pessoal da administração deste grandioso colégio. Fiz admissão no ano de 1965, juntamente com hermani, Pedro Pereira Cavalcanti Filho, germiniano ventura crispim, Amauri, eronaldo pereira e tantos outros colegas.Realmente este colégio foi um presente de DEUS, para todo o povo de Campina Grande.
José Carlos Pereira

comentários disse...

Sinto falta das coisas que perdi. Do lugar onde eu nasci, do colégio em que estudei, amigos vão sem se despedir.
Sinta falta dos bons momentos que não poderei reviver. Sinto saudade do tempo que passou e que não voltará mais.
Das pessoas que o tempo me levou, das amizades que foram desfeitas, das risadas que foram dadas.
Sinto falta dos sonhos sonhados que hoje em dia se tornaram desilusões. Sinto falta inclusive de quem eu era, contraditório ou não, é como se hoje em dia eu não fosse a mesma pessoa daquele tempo.
Ao Gigantão, meu muito obrigado
Vadinho

pedro aurelio mendes brito disse...

Amigo Jobedis,foi com alegria e muita emoção que lí este relato histórico, do que foi o GIGANTÃO DA PRATA. Eu concluí o curso ginasial e o científico no Gigantão por 7 anos. Defendí com orgulho seu time de futebol de campo,Futebol de salão e fiz parte de sua Banda Marcial e de um grupo de teatro na companhia de Elba Ramalho.

Todos os nomes citados no seu texto,me levaram a uma viagem no tempo. "Os tempos dourados de Campina dos anos 60 e 70.
Parabéns.

Pedro Aurélio - Pedrinho -

Anônimo disse...

Convivi durante sete anos todas estas grandes e maravilhosas experiências e fui um dos poucos que fui aprovado no vestibular sem estudar nos alardeados cursinhos, provando que aquela época os estudos eram proveitosos nas escolas públicas.. exemplo que não prosperou .....

Anônimo disse...

Amigos, estudei neste colégio entre 1978 e 1980 fiz grandes amizades no Gigantão, namorei muito e aprendi bastante, lembro de Divanice conferindo as meias dos meninos para ver se elas eram pretas mesmo, neste tempo havia muita disciplina. Gostava dos rachas na quadra nos finais de tarde, das cachaças na feira da prata nos finais de ano. na época eu morava na rua por trás do colégio e só bastava "pular" o muro para assistir aula, hoje moro em João Pessoa mas quando vou em Campina visitar meus pais fico lembrando das presepadas que presenciei nos tres anos em que estudei neste maravilhoso colégio.

Paulo Montini.

Anônimo disse...

Uauuu!!!! Viajei agora com essas memórias. Sou de 62, estudei no Redentorista entre 78, 79 e 80, vivo em Maceió hoje, mas admirava muito o Estadual da Prata. Gostei do seu Blog!!!

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